sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Carta 1- Vocês Não Foram Esquecidos

Aqueles que acompanham nosso trabalho sabem que ao contrário do que querem fazer acreditar alguns servos da contra-informação, os irmãos Intraterrenos têm por nós grande zelo e basicamente devotam suas existência a projetos de resgates das consciências aqui adormecidas. 

Nem poderia ser diferente, uma vez que somente 1 humanidade continuará existindo após a Transição, portanto suas ramificações em diferentes dimensões de existência precisam ser REUNIDAS, e em prol disso são disponibilizados muitos projetos de cura em nível energético, ampliação da percepção consciencial e métodos de elevação frequencial dos quais precisaremos para atravessar esse delicado processo de adaptação ao convívio com seres de alta vibração.

Neste capítulo do livro "Cartas da Intraterra" narro uma conversa que tive com um comandante da Intraterra na qual ele me ajudava lembrar de minha vida anterior junto a ele, já atuando em projetos voltados à Superfície da Terra. Aqui fala-se um pouco sobre a Espagiria Intraterrena, as dificuldades de atuação nesta frequência tridimensional e sobre as potencialidades latentes dos nossos chakras, além de ilustrar um pouco de como funcionam as bases de trabalho e comando tanto extra como intraterrestre e também cita a presença de Seres Espirituais Ascensionados de Alta Frequência Vibratória auxiliando nesses esforços, e que conhecemos popularmente como espíritos guias da Umbanda ou do Xamanismo.

É empregada uma linguagem complexa, por isso posto aqui as notas de rodapé antes do texto, a fim de facilitar o entendimento:

“Cartas da Intraterra” © 2017 Jennifer Dhursaille
Todos os Direitos Reservados




* O Centro Botânico será melhor explicado no capítulo A TRANSIÇÃO SOB O PONTO DE VISTA DA INTRATERRA
# “Rosana” é um membro da Equipe já citado no livro “Dentro de Uma Nave Interdimensional”
**  Nota da Mensageira: Acredito tratar-se da região dos Alpes Centrais de Aosta ao Brennero.
*** Erupção do Vesúvio de 1944, que ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial.
## Gêmeo refere-se ao conceito de contraparte, da expressão inglesa “twin-flame”, “chama gêmea”, erroneamente compreendido aqui como ‘alma-gêmea’, mas segundo o entendimento em dimensões superiores trata-se de uma complementação energética, vibracional de compatibilidade extrema entre dois indivíduos ou elementos, capaz de elevar ambos às suas máximas potências e originar fatorações que propiciem soluções inéditas. No caso específico desta pesquisa buscavam-se espécies do Reino Vegetal que tivessem contrapartes em mais de uma dimensão e que conseguissem manifestar ao menos uma parte de seus corpos inferiores no plano denso da 3-D, para que as alterações feitas nelas pudessem alcançar nossa vibração e causar efeitos aqui neste plano.

### As explicações sobre o Eu Matriz foram primeiramente fornecidas na obra “Dentro de uma Nave Interdimensional” publicada pela Amazon KDP em 2016, e embora muito será falado sobre este que é o principal veículo de manifestação do Ser, poderá ser útil a consulta desta obra para maiores esclarecimentos. Cabe aqui dizer que na dimensão onde essa história ocorre não apenas o conhecimento sobre essa Estrutura da Alma é abrangente, como esta sociedade, assim como outras tão ou mais evoluídas, dispõem de amplos métodos e dispositivos de conexão com o Eu Matriz para fins de modular suas experiências para que elas ocorram de acordo com os propósitos do Eu Superior, este sim expressão primeva e unicamente espiritual do Ser.

Carta Um - Vocês Não Foram Esquecidos


19/11/16


            Neste dia, antes de ditar a carta, George iniciou a transmissão telepática utilizando nossos nomes reais na dimensão do qual somos originais, e disse que assinaria dessa forma. Ele me perguntou:

            - Você se lembra do Professor?

            - Lembro-me de dois jardins, um no Centro Botânico da Vó Maria* e outro da base em que estive em projeção, em que falei com você, Rosana# e esse Professor que me era muito familiar.

            - Essa base ficava localizada mais ou menos na metade do planeta, geologicamente a partir do nosso ponto de vista, ligeiramente à esquerda de uma linha Ley subindo a partir do Egito, aproximadamente no que seria a divisão do mundo ocidental-oriental. Ficava nos Alpes e ela foi desativada*. Lá se realizavam três projetos principais e laboratórios haviam sido cedidos para diferentes grupos por ser o local uma antiga embocadura da Intraterra física, com uma cidade ‘real’ dentro de uma montanha que se estendia pelo seu subsolo. Era um local à prova de atentados, porém não das mudanças geológicas e abalos sísmicos que aliados à entrada em atividade de um vulcão próximo*** e dois mais distantes afetaram os meridianos/linhas Leys que tornavam o local seguro e viável. Isso já era esperado e levou à transferência dos projetos ali conduzidos para outros locais. Houve uma divisão: teste com naves não há mais, pois a pesquisa foi concluída antes da evacuação; área de pesquisa laboratorial diplomática transferida para região próxima a Mato Grosso, e os “jardins”, projeto com as sementes para a Nova Terra, embora o foco seja a Nova Zelândia para a maioria dos primeiros plantios, ainda este território estará sujeito a várias alterações geológicas, o que pressupõe o planejamento e a construção de uma futura sede desse tipo de pesquisa em solo australiano, por ser próximo e uma massa geológica mais estável. O ‘Professor’ do qual você se lembra optou por continuar os seus projetos (nos quais você se envolveu e faz parte) em uma das imensas naves-mães confederadas que já estão integradas à atmosfera da Terra – permanentes no espaço aéreo de uma determinada frequência vibracional sobre a Oceania.

            Lembrando-me de mais detalhes, continuei:

            - Ele esteve no Centro Botânico da Vó Maria, como um palestrante, quando eu vivia e trabalhava lá. Eu levei ao conhecimento dele minhas dúvidas sobre a possibilidade de se alterar geneticamente determinadas espécies – plantas, ervas medicinais, flores e alimentos – a fim de se provocar lembranças da vida real – pré-encarne – com o objetivo de que as pessoas não se desviassem tanto de seus propósitos. Inquiri sobre isso porque a palestra dele e um dos principais focos da pesquisa – e sobre o qual pouco falava – era justamente a possibilidade de se desenvolver sementes imunes às alterações genéticas negativas ou involutivas, o que ocorria propositadamente de forma direta por aqueles que pretendiam manter um povo escravo apenas como recurso energético, ou indiretamente como consequência do desequilíbrio do solo, água e atmosfera (física e psíquica) o que causa um ciclo de retroalimentação doentio no planeta.


            - O Professor elevou-me ao cargo de sua assistente à distância – prossegui externando minhas lembranças a George – num projeto que estaria aos meus cuidados dentro do Centro Botânico com a permissão da Vó Maria, com dados repassados diretamente a ele; não fazia parte dos serviços do Centro Botânico. Lembro-me de ter concluído a 1ª Fase e enviado a ele os dados: de plantas (algumas flores, mas sobretudo alimentos) possivelmente mais impregnáveis a uma programação genética de transmissão interdimensional. Basicamente eu me detinha no estudo de padrões de florescência das espécies botânicas e dos efeitos da água sobre espécies que tivessem gêmeos## em ambas as dimensões, a nossa real e aqui na 3-D. Algumas espécies funcionavam em somente uma coordenada ou duas, que na melhor das hipóteses atingiam linhas temporais paralelas mais positivas; não era seguro apostar nelas pois não funcionavam aqui, já que a densidade e poluição tornaram mais difíceis a concretização desse plano. Já na 2ª Fase o Professor queria que eu me detivesse na identificação de espécies que tivessem um gêmeo capaz de sobreviver na mais densa e negativa probabilidade de linha temporal. Foi frustrante constatar que a premissa da minha ideia original comprovava-se em espécies com gêmeos até 3 graus de distância (coordenadas paralelas de linhas temporais), o que não servia de nada para a força-tarefa que se dedicava a buscar todos os possíveis meios e recursos efetivos para atuar na Transição.

            - O Professor – prossegui – era um líder de pesquisa de espécies botânicas para a Força-Tarefa da Confederação; ele era muito energético e prático, embora aparentasse ter certa idade, mas eu gostava muito dele, era como um velho conhecido. Houve um intervalo entre a 1ª e a 2ª Fases do projeto. A 2ª foi muito frustrante. Eu tinha esperança de que ele pudesse fazer algo de útil a partir dos dados que enviei sobre os gêmeos que eram atingidos em até 3 graus de separação dimensional, cuja resposta à programação era promissora, mas ele não desenvolvia projetos, apenas supervisionava e queria que ‘eu’ apresentasse a solução e dados concretos para que ele então pudesse tomar uma decisão a respeito, que seria autorizar a execução de projetos específicos. Eu queria – e poderia – levar isso a cabo, ter um trabalho meu supervisionado pelo Professor dentro do Centro Botânico da Vó Maria, mas a pesquisa travou. Ele se ausentou por um bom tempo a trabalho, e quando voltou eu já era noiva; em uma de nossas últimas conversas, disse-lhe acreditar que flores e plantas medicinais não seriam de grande proveito, mesmo que gêmeos perfeitos fossem identificados; eu achava que os esforços deveriam concentrar-se na área da alimentação, uma vez que o sistema na 3-D não predispunha a que os seres humanos da superfície se detivessem no belo ou na medicina natural, somente os alimentos teriam grande alcance e poderiam agir mesmo de forma inconsciente e à revelia de quem os ingerisse. Por conta de a pesquisa estar estagnada de qualquer forma e o Professor sempre viajando muito e ausente, o próximo contato que tivemos foi um pedido, uma oferta formal que fiz de servir às pesquisas por ele conduzidas dentro do Laboratório do qual eu e você seríamos responsáveis, o que foi aceito após um tempo. Eu continuei somente após minha segunda gravidez, a pesquisar novamente possíveis gêmeos. Eu queria ter dados completos para enviar ao Professor, algo relevante pra assim poder voltar ao projeto que não tivera continuidade por parte de ninguém no Centro Botânico.

            George/Jurgen então prosseguiu ditando:

            - Algum tempo depois, como você se lembra, eu recebi a incumbência de um Ser Ultradimensional – Águia Dourada – em nossa casa, de preparar um cronograma experimental de técnicas conjugadas de impedâncias e influxos eletrônicos capazes de alterar a percepção dos campos eletrostáticos e eletromagnéticos, em outras palavras, da realidade ao seu redor, a princípio a partir das pesquisas já feitas com os gêmeos vegetais por diversos grupos. O objetivo disto seria estimular a percepção de uma massa especial de pessoas em elevado número capazes de serem os “astronautas” a desbravar para os seus irmãos ‘a chegada’ consciencial a um novo mundo que sempre esteve ali, apenas não era percebido. A época destes estudos, as espécies (vegetais, botânicas) mais poderosas e já conhecidas na Superfície permaneciam sob o zelo de grupos étnicos específicos, pouco dispostos a compartilhar com um mundo doente aquilo que consideravam sagrado e de sua pertença cultural. Na incerteza de que uma possível popularização destes métodos ocorresse – o que já era debatido há bastante tempo e advogado por muitos ‘seculares’ (pessoas ligadas a castas/escolas de disciplinas espirituais) como a “Ponte do Arco-Íris” que seria capaz de restabelecer a ligação de dois mundos cujos membros são uma mesma família – optei por concentrar meus esforços hipotéticos na estrutura da mente.

            É necessário que aqui eu faça algumas explicações:

·        A cada três gerações cristalizam-se mudanças cromossômicas induzidas por uma alteração ambiental;

·         A cada nove ou dez gerações (cerca de 300 dos seus anos medidos segundo a lógica da Superfície) já não é possível retornar às estruturas genéticas anteriores e somente alguns indivíduos nascerão ainda com esses genes considerados recessivos;


·        Em cerca de 3000 anos é seguro e possível afirmar que um mesmo povo tenha originado 2 a 3 vertentes com características profundamente alteradas com relação à original e totalmente distintas entre si, podendo ao olhar externo parecer muito mais distantes do que realmente são;

·        A essas informações some-se que a partir do momento em que tais alterações sejam patrocinadas pela ação do espírito no pleno e perfeito exercício do livre-arbítrio, tais mudanças ocorrem de forma ainda mais vertiginosa e definitiva, à exponência de 6/1 (6 vezes mais rápido);


·        Uma vez adaptada a novas frequências vibracionais, os chakras dão origem a novas estruturas energéticas, desabrochando como flores que aguardavam a Primavera para vir ao mundo; essas novas estruturas permitirão a espécie adaptada não apenas sobreviver, mas continuar a evoluir no novo ambiente;

·        Por fim, separados por um tempo relativamente curto em termos de medidas temporais e evolutivas humanas, uma linhagem paralela pode consubstanciar-se aparentando grande variedade da que lhe deu origem, sendo ambas porém essencialmente as mesmas. 
           
            Levando em conta essas informações, busquei parcerias para identificar as áreas no cérebro que poderiam, caso estimuladas, acelerar o surgimento de pré-estruturas neuronais e neurológicas capazes de se ligarem, se conectarem às ‘células’ do cérebro do Eu Matriz através da contraparte do cérebro perispiritual ou do soma.

            Uma vez rastreadas essas áreas, sugeri uma série de possibilidades para efetivar a ativação dessas áreas por comando remoto. Quando o Eu Matriz estivesse atuando de alguma forma, essas áreas seriam conectadas e receberiam informações cognitivas de parte das experiências, como uma filial recebendo um influxo de recursos para o seu desenvolvimento. A única maneira que tínhamos de tornar isso operacional era através da imersão de nós mesmos num ambiente de 3-D controlado, em “veículos” físicos semelhantes a escafandros de simulação biológica que nos “embotavam” os sentidos. Uma vez na Superfície deveríamos nos lembrar de uma série de protocolos a serem cumpridos, invariavelmente ‘esquecíamos’ do que fora combinado e éramos trazidos de volta, perplexos, pelo nível de densidade a que vocês estão expostos. Admirávamos como vocês eram capazes de acordarem de manhã e se lembrarem da direção de onde deveriam ir para o seu trabalho, ou de ainda saberem quem são por volta do meio-dia, sobretudo admirávamos o fato de ainda estarem vivos e de alguma maneira operacionais ao fim do dia. Para nós a sua resistência e capacidade de superesforço é admirável. Embora, como dito, os organismos biológicos se adaptam a frequência vibracional de uma faixa existencial, o “peso” ao qual vocês se sujeitam aliado às múltiplas toxinas que lhes impedem o afloramento dos sentidos sutis tornou o projeto ao qual nos dedicávamos uma verdadeira prova de amor a vocês. Nós queríamos, mais do que tudo, encontrar um meio de romper o isolamento sensório para que vocês tivessem ao menos “a chance”, a “oportunidade” de se lembrarem de que não estão sozinhos, de que entraram na experiência da carne com um propósito específico e de que esse propósito, seja qual for, conta com o patrocínio de sua família espiritual, que o ajudou a planejar essa existência e agora procura ajudá-los a cumpri-la da melhor maneira possível de acordo com os seus próprios desígnios.

            Parte de um experimento prático de subida à superfície será compartilhado com vocês em uma próxima carta, conforme nossos registros pré-determinaram à época em que ele ocorreu, entre 1948-1958 para vocês.

            Nesses experimentos tentávamos diferentes modulações de frequências cerebrais onde os comandos eram ‘plantados’. Quando uma ação programada aqui em nossos voluntários era executada com êxito na Superfície, dizíamos que havíamos obtido uma ‘colheita’. As estruturas cerebrais assemelham-se a pequenas árvores, ramos que quando se enraizavam criando brotos nas áreas estimuladas a responder eram nossa ‘semeadura’. Dentre 4, 6, 8, 10, 12 até 20 comandos, por vezes eram executados de nenhum a 6, na melhor das hipóteses.

            Então Stella um dia veio ver o que fazíamos. Esse não era seu nome, mas era assim que eu a chamava, e logo todas passaram a chamá-la assim também. Stella tinha o ao mesmo tempo adorável e desagradável hábito de dar sua opinião em qualquer assunto do qual tomava ciência. Quando ela veio ao laboratório da montanha e viu os esparsos resultados, ficou inconformada, alegando ter certeza de que resultados superiores melhores poderiam ser atingidos com pequenos adendos.

            Ela tinha uma ideia, e sua ideia era “programar o cérebro de forma infraconsciente aliado a um estímulo consciente”. Os voluntários receberiam as instruções de comando do que deveriam executar na Superfície (que eram missões extremamente simples como avistar uma cor e manter o foco do olhar sobre ela por 8 segundos ao menos, posicionarem-se a sudoeste de um alvo animal ou humano a 50 metros de distância e recolher uma pedra, por exemplo) de forma inconsciente, embora por um método diferente do que vocês considerariam como hipnose. Os voluntários saberiam que teriam um número exato de ações a executar, mas a informação estaria disponível somente no nível infraconsciente e no cérebro matriz###, e não mais ‘rascunhadas’ no simulacro biológico denso. Parecia ilógico, uma vez que os insucessos superavam os êxitos mesmo com o estímulo externo no cérebro-receptor, que se diria sem o estímulo e sem que o próprio imerso tivesse ciência do que lhe fora determinado que fizesse. Mas Stella acreditava que o peso dimensional da 3-D era percebido como uma espécie de “ruído de fundo” pelo sistema biológico/bioma do imerso e que embora inconsciente disso, o cérebro trabalhava sob profunda estafa, e esse estresse causaria as falhas e a dificuldade não apenas dos missionários cumprirem os comandos durante os experimentos, como seria a causa de fundo de os humanos e mesmo intraterrenos em missão encarnatória na 3-D ‘se esquecerem’ do que pré-determinaram para si mesmos. Após alguns ajustes, o experimento de Stella comprovou resultados idênticos aos obtidos por nós anteriormente, ou seja, estar consciente do que fazer na 3-D não era a chave para uma execução bem sucedida, então Stella pediu para imergir. Eu não quis que ela fizesse isso, mas ela insistiu porque acreditava que poderia melhorar os resultados uma vez que tivesse a experiência em 1ª pessoa; ela voltou desacordada antes que sua consciência alcançasse o nível da Superfície, era por isso que eu não queria que ela fosse: sendo uma empata de habilidades extrassensíveis a 3-D era um ambiente opressor para qualquer um de nós, logicamente seria desaconselhável pra alguém cujas características e habilidades principais eram diretamente ligadas à sua capacidade de conexão a faixas vibracionais menos densas e mais elevadas.

            Como chefe dessa pesquisa, levou muito tempo até que eu permitisse – e novamente contra vontade – que ela voltasse à Superfície; e só o fiz porque ela deliberadamente aproveitou-se de minha ausência para convencer os colaboradores da pesquisa a içarem-na à Superfície, os quais empolgados pelos diferentes resultados alcançados, uniram-se nesse sentido. Ela foi acompanhada para ser auxiliada caso começasse a perder a consciência – o que de fato ocorreu – mas obteve índice de 14/20 êxitos e 4 proximidades de resultado positivo, uma taxa nunca antes alcançada. Ao retornar ela declarou ter algumas ideias de como aprimorar os resultados. Stella provou que era menos estressante para o bioma de 3-D não ter ciência do que necessitava cumprir; a sensação de liberdade tornava o cérebro humano mais apto a conectar-se por si só à informação contida em faixas vibracionais superiores e consequentemente estabelecer uma ligação debaixo para cima – e não o contrário, como vínhamos querendo fazer – vindo assim espontaneamente a cumprir protocolos previamente programados. Stella também estabeleceu o pressuposto de que seria possível “estimular” o cérebro consciente a acessar e cumprir os comandos infraconscientes se houvesse uma recompensa “supraconsciente” condicionando a atenção ao cumprimento desses protocolos à ativação de sensações recolhidas de memórias prazerosas através de uma conexão entre o Eu Matriz e o Sistema Límbico. Eu barrei a continuidade das pesquisas nesse sentido por considerar potencialmente muito próximo às fronteiras da ética.

            Contudo a pesquisa foi concluída, incluindo uma sugestão de protocolos e ativação mediante a possível utilização de gêmeos vegetais ultradimensionais.


***
“Cartas da Intraterra” © 2017 Jennifer Dhursaille
Todos os Direitos Reservados

Adquira o livro digital diretamente com a autora através do e-mail jennifer.dhursaille@yahoo.com.br ou via Messenger do Facebook no mesmo perfil ou solicite entrada no grupo Terra Stellar de Estudos de Espiritualidade Avançada.

domingo, 8 de outubro de 2017

sábado, 7 de outubro de 2017

Celebrando a memória de São Francisco de Assis



A Ilustração acima foi feita pela Marcinha Siqueira para o livro "CRIANÇAS QUE GIRAM - O LIVRO DOS ERÊS" retratando São Francisco de Assis e seu amor pelos animais.
Esse livro, assim como o volume único de PARALELAS DA UMBANDA - HISTÓRIAS DE BAIANOS, MARINHEIROS E BOIADEIROS e HISTÓRIAS DO ORIENTE pode ser adquirido gratuitamente, mediante uma doação acima de R$35,00 para qualquer ONG de Proteção Animal ou para os Médicos Sem Fronteira.
Faça a doação e envie foto do comprovante por e-mail ou Messenger e receba uma cópia digital em pdf desses livros.
Auxilie essa iniciativa divulgando, pois dessa forma desburocratizamos a solidariedade, sem que o dinheiro precise passar pelas mãos da autora.
Você doa direto a quem faz um trabalho em prol dos nossos irmãos animais ou humanos, apenas comunica a doação postando a foto do depósito ou da doação e recebe seu livro como agradecimento por ter doado.
Jennifer Dhursaille
jennifer.dhursaille@yahoo.com.br




Lembrando que Paralelas da Umbanda Volume Únicos contém os 3 livros abaixo:



terça-feira, 26 de setembro de 2017

A Sombra - a sua grande aliada no processo de Despertamento

Essa questão é o divisor de águas entre quem realmente vai conseguir fazer um trabalho ÚTIL junto às inteligências extradimensionais e quem vai só gastar o tempo - seu e dos outros - escrevendo abobrinha e falando da Luz, do Amor, da Purpurina Cósmica em nome dos mestres (reais ou fantasiosos) enquanto foge do verdadeiro combate consigo mesmo.
NÃO EXISTE DESPERTAMENTO SEM CONFRONTO COM A SOMBRA.
A galera que fala em nome de arcanjo, comandante espacial e mestres do espaço e nega sua própria sombra se afirmando apenas seres de luz combatendo a não-luz não entrou ainda nem no closet de si mesmo pra dar início ao trabalho de faxina indispensável ao preparo de quem pretende-se que se torne um ser INTEGRADO MULTIDIMENSIONAMENTE à sua família estelar.
Quem foge de si mesmo não é capaz de carregar nem suas próprias verdades dolorosas, quanto mais aquelas que desafiarão a nossa lógica, inteligência e capacidade de abstração racional e emocional.
A capacitação para o trabalho com as esferas de consciência superiores não vem da obtenção de títulos via canalização, mas da radical e absoluta coragem ao executar sua faxina interior.
Então, a todos que estão se descobrindo contatados, se lembrando de vidas passadas espontaneamente ou acessando outros Eus além desta dimensão de existência, recomendaria a leitura deste texto mil vezes, assim como o aprofundamento nesta questão através de outras leituras, terapias ou vivências, pois é na sombra - que é bastante trabalhada no Xamanismo e muito negada pelas religiões e pseudo espiritualistas cultuadores do mundo imaginário rosa da Barbie, que reside a força para nos curar de tudo aquilo que nos impede de vivermos nossa mais profunda verdade..



SOMBRA
Tudo aquilo que não queremos ser é justamente aquilo que nos cura.
O desprezível em si e nos outros, todo comportamento que abominamos, por mais paradoxo que seja, é a nossa salvação.
Com isso inicio o famoso conceito junguiano chamado sombra.
Em geral, na Psicologia Analítica, define-se sombra como a “personificação de certos aspectos inconscientes da personalidade” (VON FRANZ, 2002).
Nós humanos gostamos de nos enxergar como inteligentes, generosas, de “bom caráter”, com diversas habilidades, e assim por diante. No entanto, a nossa personalidade também inclui qualidades inferiores, das quais não somos conscientes. Essas qualidades se revelam em nosso contato com o meio, com as pessoas e a tendência é “empurrar” essas características para o inconsciente, porque elas envergonham o ego e conturbam o funcionamento da persona.
E é dessa forma simplificada que se forma nossa sombra.
Pense o que detesto em mim e nos outros? O que eu digo que nunca faria?
Pois aí está o seu eu ferido!
Em nossa infância, para ampliarmos nossas chances de sobrevivência e conseguirmos aprovação, é necessário negar algumas atitudes, alguns traços de personalidade. Esses traços tidos como negativos tornam-se aquilo que chamamos “eu reprimido” as partes do falso eu que são demasiado dolorosas para serem reconhecidas.
Para Miller in Zweig e Abrams – O que a sombra sabe: uma entrevista com John A. Sanford (2011):
A definição junguiana da sombra foi muito bem colocada por Edward C.Whitmont, analista de Nova York, ao dizer que sombra é “tudo aquilo que foi reprimido durante o desenvolvimento da personalidade, por não se adequar ao ideal de ego. Se você teve uma educação crista, com o ideal do ego de ser benevolente, moralmente reto, gentil e generoso, então certamente você precisou reprimir todas as suas qualidades que fossem a antítese desse ideal: raiva, egoísmo, loucas fantasias sexuais e assim por diante. Todas essas qualidades que você seccionou formariam a personalidade secundária chamada “sombra”.
Isso é nossa sombra pessoal, que nos assusta, que causa terror, medo, angustia. Não somos o que pensamos ser, nosso ego nos ilude, criando a ilusão de sermos bem polidos, iluminados e respeitáveis.
A sombra nos assusta, pois revela-nos quem de fato nós somos. Por isso gastamos tanta energia para mantê-la oculta. Nós negamos esse lado negro com todas as nossas forças, ou então projetamos esse comportamento sobre os outros.
A sombra forma-se de nossas qualidades existentes que gostaríamos de esquecer e que nem gostaríamos de olhar de perto.
Para Jung (2011):
A sombra constitui um problema de ordem moral que desafia a personalidade do eu como um todo, pois ninguém é capaz de tomar consciência desta realidade sem dispender energias morais. Mas nesta tomada de consciência da sombra trata-se de reconhecer os aspectos obscuros da personalidade, tais como existem na realidade.
Para aceitar e assimilar a sombra a pessoa precisa ter muita coragem, muita força e muito amor. Amor pelo seu lado negativo.
As pessoas geralmente pensam que a sombra só contém aspectos escuros e negativos da personalidade, contudo é a sombra que nos da à dimensão humana, que escancara a realidade, que coloca nossos pés no chão. Mas que também esconde potenciais ocultos, tesouros inestimáveis que foram desprezados. É um remédio amargo e necessário!
Ela também é a parte não vivida da nossa personalidade, por isso seu dinamismo pode conter tanto o bem como o mal. Essa parte não vivida é inconsciente a pessoa e por isso inquietante e se manifestam de forma extrema, primitiva e desajeitada. Mas nela, existe o potencial positivo para novos dons e talentos.
Para Zweig e Abrams (2011):
A sombra pessoal contém, portanto, todos os tipos de potencialidades não-desenvolvidas e não-expressas. Ela é aquela parte do inconsciente que complementa o ego e representa as características que a personalidade consciente recusa-se a admitir e, portanto, negligencia, esquece e enterra… até redescobri-las em confrontos desagradáveis com os outros.
A sombra costuma influenciar as relações do indivíduo com pessoas do mesmo sexo. E é comum a sombra aparecer em nossos sonhos como personagens sombrios do mesmo sexo que o nosso.
Hall e Nordiby (1972, p. 42):
Já dissemos que a sombra é responsável pelas relações entre pessoas do mesmo sexo. Estas relações podem ser amistosas ou hostis, dependendo de vir a sombra a ser aceita pelo ego e incorporada de modo harmonioso à psique, ou rejeitado pelo ego e banido para o inconsciente. Os homens tendem a projetar os impulsos de sua sombra rejeitada nos outros homens, de modo que, entre eles, surgem com frequência, sentimentos negativos.
Portanto, a sombra pode ser revelada por meio da projeção em outra pessoa do mesmo sexo geralmente.
A projeção costuma ser um mecanismo e defesa do ego contra aquilo que pode ser doloroso a ele, mas também tem um lado positivo e construtivo.
Bly in Zweig e Abrams (2011) fala sobre a projeção como algo positivo:
Mas a projeção também é uma coisa maravilhosa. Marie-Louise von Franz observou num de seus escritos: “Por que assumimos que a projeção é sempre uma coisa ruim? ‘Você está projetando’ tornou-se uma acusação entre os junguianos. As vezes a projeção é útil, é a coisa certa.”
(…) Marie-Louise von Franz nos faz lembrar que, se não projetarmos, nunca conseguiremos estabelecer uma conexão com o mundo (…).
(…) A questão não é tanto o fato de projetarmos, mas sim por quanto tempo mantemos a projeção sobre o outro. Projeção sem contato pessoal é perigoso. Milhares, milhões de homens americanos projetaram seu feminino interior sobre Marilyn Monroe. Se um milhão de homens deixou suas projeções sobre ela, o mais provável era que Marilyn morresse (…).
A questão é que a projeção é necessária e saudável, pois há conteúdos inconscientes que podem dissociar o ego, e um pouco de projeção é uma forma de proteção, desde que, ela seja temporária.
Além disso, conhecer esse lado da nossa personalidade implica em responsabilidade, pois o individuo fica em condição de escolher e optar o que assusta as pessoas.
Mas se existe possibilidade de escolha, a pessoa deixa de ser apenas manobrada por forças e pode optar, tendo mais liberdade de ação.
Outro aspecto importante sobre sombra é de que se trata de um arquétipo e por essa razão ela aparece como imagem arquetípica nos mitos e nos contos de fadas.
Em Jung (2011):
A sombra é, em não menor grau, um tema conhecido da mitologia; mas como representa, antes e acima de tudo, o inconsciente pessoal, podendo por isso atingir a consciência sem dificuldades no que se refere a seus conteúdos, além de poder ser percebida e visualizada, se diferencia, pois do animus e da anima, que se acham bastante afastados da consciência: este o motivo pelo qual dificilmente, ou nunca, eles podem ser percebidos em circunstâncias normais. Não é difícil, com certo grau de autocrítica, perceber a própria sombra, pois ela é de natureza pessoal. Mas sempre que tratamos dela como arquétipo, defrontamo-nos com as mesmas dificuldades constatadas em relação ao animus e a anima.
Isso significa que existe uma sombra arquetípica, que é a sombra coletiva – seja de uma família, ou nação – e essa é muito difícil de ser percebida e assimilada. Podemos apenas olhar para ela com o auxilio da Mitologia e dos Contos de Fadas.
Mesmo sendo um empreendimento que exige coragem, devemos tornar a sombra consciente, negligenciar e recalcar ou identificar-se com ela pode levar a dissociações perigosas. Como ela é próxima do mundo dos instintos é indispensável levá-la continuamente em consideração.
Finalizando, o conceito da sombra e sua assimilação remetem à flor de lótus que nasce da lama, mas não se contamina, florescendo linda e bela.
Aceitar, compreender e integrar o lado sujo e enlameado da alma humana é fazer o trabalho sujo.
Nossa sociedade nega o mal, nos faz viver de aparências. Mas somente quando decidimos limpar nossa própria fossa é que a alma pode florescer.
Do esterco pode nascer flores belíssimas, do esterco se faz adubo.
Referências Bibliográficas:
HALL, C. S.; NORDBY, VERNON, J – Introdução a Psicologia Analítica, Ed. Cultrix, São Paulo, 1972.
JUNG, C. G. Aion – Estudo sobre o simbolismo do si-mesmo. 8. ed. Petrópolis: Vozes, 2011.
VON FRANZ, M. L. A sombra e o mal nos contos de fada. 3 ed. Paulus. São Paulo: 2002.
VON FRANZ, M. L; BOA, F. O caminho dos sonhos. São Paulo: Cultrix, 1988.
WEAVER, R. A Velha Sábia – Estudo sobre a imaginação ativa. São Paulo: Paulus, 1996.
ZWEIG, C; ABRAMS, J (orgs.). Ao encontro da sombra: o potencial oculto da natureza humana. São Paulo: Editora Cultrix, 2011.
Hellen Reis Mourão é Psicanalista Clínica com pós-graduação em Psicologia Analítica pela FACIS-RIBEHE, São Paulo. Especialista em Mitologia e Contos de Fada.

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Sobre Diferentes Terminologias



No grupo Terra Stellar de Estudos de Espiritualidade Avançada no Facebook, postei a resposta a uma pergunta feita na minha página pessoal, muito oportuna, por conta das inúmeras variações nas nomenclaturas utilizadas por diferentes sensitivos para explicar seus conteúdos. Achei oportuno também deixar registrado aqui no blog a resposta.
Se a pessoa frequentou a Gnose, ela conhece aquele conteúdo, aquela lógica, aquela nomenclatura; se tem experiência na Eubiose tem todo um vocabulário que nessa escola aprendeu, uma lógica mental para as coisas e etc.
Por falar da Intraterra, às vezes as pessoas partem do princípio que eu seja versada em tudo que já falaram ou escreveram ou ensinaram sobre esse assunto, mas na verdade eu quase nada li a respeito, pois nunca acreditei que existisse Intraterra.
Tudo que escrevo a respeito foi passado pelos Seres Extradimensionais com os quais tenho contato, e eles não costumam me passar os nomes que eles utilizam para as coisas, justamente para atingir um público maior e não necessariamente versado em terminologias segmentadas.
Cada contatado tem uma ordem de trabalho, a minha é essa, falar em termos simplificados, mas há quem receba informações com a própria nomenclatura utilizada pelos ETs. Eu recebo poucas coisas nesse sentido, normalmente termos utilizados no idioma Solara-Maru que é o mais utilizado em Telos, como a palavra "Lanzarina", que se refere aos dons individuais oriundos da Fonte Criadora de que alguém é portador.
Mas, por exemplo, quando me explicaram sobre o Eu Matriz, que depois fui descobrir que já era conhecido por muitos outros nomes, eu e amigos meus que também estavam aprendendo diretamente com os Seres Estelares sobre esse assunto, já nos referíamos a ele como Eu Matriz porque ele de fato é a matriz geral de todos os seus demais corpos independente do níveis de densidade em que eles se manifestem.
O meu papel não é 'dar nome às coisas', mas sim ampliar o conhecimento sobre as funções de coisas muitas vezes já conhecidas, explicar como atuam muiltidimensionalmente, por exemplo os chakras, que servem para muito mais do que aquilo que é falado normalmente a respeito.
Não somente sobre o nome das coisas, mas também determinadas explicações caso não tiverem sido passadas a mim diretamente por eles, não reproduzirei.
Isso não significa que não seja verdadeiro o ensinamento da fonte A ou B, apenas a minha ordem é falar apenas do que eles me mandam falar (e já estou em atraso com muita coisa por falta de tempo!).
Se eu não vi, não vivi, não recebi informação a respeito, não falarei o que "acho", porque por mais que possa fazer sentido, pode não ser um fato comprovado.
Cada contatado ajuda a fortalecer a cor num ângulo do quadro maior, pois a soma da totalidade das informações não cabe numa única perspectiva.
Namastê a todos!
Jennifer Stella

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

A ARTE como CAMINHO para CONTATADOS E ABDUZIDOS



Há semanas prometi aos leitores e amigos contatados uma postagem que falasse sobre a Arte e a importância dela como veículo daquilo que trazemos na alma e muitas vezes não temos como manifestar.

Então essa semana, me preparando para escrever sobre isso, coincidiu que chegou pelo correio dois livros maravilhosos de um cartunista super talentoso que se você não conhece, com certeza deveria conhecer: O Marcio Baraldi, um irmão que utiliza o seu talento para passar mensagens que contém um forte conteúdo espiritualista e também alertam para a pluralidade da vida e das muitas formas de existência. Muito amado e admirado no meio espiritualista justamente por causa da sua forma leve e humorada de tratar de assuntos sérios, de forma que eles possam ser trabalhados até mesmo com crianças e adolescentes.

Então comecei a pensar na profundidade da importância disso em termos de uma dinâmica didática no sentido da "Transferência de Dados" dos Planos Superiores para os níveis ínfimos de consciência em que nos debatemos aqui na 3D; e acabei por me lembrar de um ensinamento da Kaballah: 


Tifereth, a esfera da Beleza, da Arte ocupa a posição central na Árvore da Vida, ligada diretamente à Coroa, uma emanação superior a todas as outras pois representa o potencial puro das manifestações do mundo espiritual. Através da Arte podemos compreender mais prontamente aquilo que de outra forma demoraríamos muito mais ou talvez nem fosse possível.


Não apenas como forma de terapia, mas principalmente de EXPRESSÃO DE CONTEÚDOS INTERNOS, muitas vezes RECEBIDOS DE FORMA CONSCIENTE OU INCONSCIENTEMENTE de uma FONTE SUPERIOR DE SABEDORIA E OBSERVAÇÃO, a Arte é às vezes a única forma de se transmitir determinados conceitos abstratos à outros veículos de comunicação como a Linguagem e a Matemática. Em outras ocasiões, apesar da viabilidade de se utilizar outras formas, a Arte é capaz de alcançar resultados muito mais rápidos na transmissão de ideias e na disseminação de convites ao questionamento da Condição Humana.


Através dos leitores dos meus livros e das muitas pessoas que têm me procurado para os Mapeamentos Multidimensionais, a maioria médiuns de extrema sensibilidade, 'desenvolvidos' ou não, e pessoas que suspeitam serem contatadas e abduzidas em busca de algumas respostas com relação a essa ligação entre a fenomenologia ufológica e a espiritualidade, tenho visto a extrema utilidade da Arte como "válvula de escape desses conteúdos" que escapam à mente mediana, que desafiam o senso comum, que promovem a OUSADIA SUPREMA que é PENSAR e QUESTIONAR.


Seja retratando uma imagem acessada em um estado alterado de consciência ou um cenário abdutivo que a memória destravou, ou ainda lembranças de outras paragens siderais, palavras nunca serão suficientes para expressar o conteúdo energético que as imagens abaixo, por exemplo, encerram:

"Mãe Oceano" por Izabela Jambeiro.
As cores e formas transmitem uma 'frequência' a quem os vê, de acordo com Izabela Jambeiro

Nataly Rocha
Seres avistados em uma possível base Intraterrena no Acre -  Ilustração de Nataly Rocha

Ilustração de Ivan Moro
Pleiadianos por Ivan Posser Moro.

[Imagens publicadas sob autorização dos seus respectivos autores]



Às pessoas de extrema sensibilidade e que estão passando por processos expansivos da consciência digo: Ser um médium, uma ponte entremundos, um contato entre seres interdimensionais é uma experiência desafiadora, e que requer treinamento para ser melhor compreendida e tornada útil não apenas ao sujeito da experiência como para toda uma coletividade que NECESSITA ter acesso a esse material, a essas informações, sejam elas textuais, gráficas, vibracionais ou sonoras - muitos estão recebendo mantras e frequências rítmicas que se traduzem tanto em sons, como em cores ou sequências numéricas.

Quero deixar aqui registrado para os que chegam ao blog pela primeira vez, que ser um Contatado, assim como ser um Sensitivo ou Médium, não necessita ser um caminho de dor e sofrimento, mas uma oportunidade de manifestar plenamente a própria essência ao mesmo tempo em que serve de Portal Vivo para inteligências superiores que ora fazem um trabalho de DESPERTAMENTO COLETIVO junto ao planeta Terra nestes tempos de Transição Planetária. 

Não há maior ato de rebeldia que ousar ser você mesmo num mundo onde a regra é imitar padrões estabelecidos. 

Como exemplo dessa "Rebeldia da Luz", cito esse irmão cujo trabalho sempre admirei, desde que conheci seu 'filho' Gino, nos meus tempos como tradutora da Revista UFO. Nunca estive com Marcio Baraldi, um cartunista 'de outros mundos', pessoalmente, mas sua personalidade  originalíssima, irrequieta, apaixonada, vibrante e única transparece nas cores de seus desenhos, assim como nas ideias expostas por um extraterrestre muito brasileiro baseado no famoso ET de Varginha ou pelos astutos passarinhos Vapt-Vupt, que ilustraram as páginas da Revista Espiritismo e Ciência. Essa personalidade me toca e me inspira profundamente, e por isso quero compartilhá-la aqui com vocês.

Com a gentil permissão do autor seguem duas tirinhas do Gino e uma do Vapt e Vupt para inspirar a vocês todos, sementes que Despertam, a fazerem sua parte na construção de uma realidade para todos os seres viventes, baseada em princípios éticos e Amor à imensidão da Criação.




Conheça o site do Marcio Baraldi: http://www.marciobaraldi.com.br/







domingo, 27 de agosto de 2017

RUNAKR - um fenômeno em andamento



[imagem meramente ilustrativa]

Ontem à noite um ser feminino que não se identificou mas que pertence a Equipe Estelar com a qual trabalho continuou a dar algumas explicações que já haviam me sido passadas a respeito dos símbolos similares a Runas e Reiki - que eles chamam de Runakr.
A simbologia - de forma geral - é bastante utilizada na comunicação multidimensional tanto com seres de outras dimensões de origem extraterrena, intraterrestre ou mesmo guias espirituais. Por isto tivemos muitos relatos no grupo fechado de pesquisa anteriormente de imagens como animais e símbolos tradicionalmente relacionados à espiritualidade, como cruzes, pirâmides, olhos, animais, etc.
Na verdade o uso da simbologia se dá pela nossa deficiência em exercer a telepatia. Como explicado no livro Cartas da Intraterra *, a comunicação telepática não se trata simplesmente de emitir pensamentos sem abrir a boca, mas sim de um processo de compreensão multidimensional. Pela característica dos simbolos - todo símbolo tem múltiplas interpretações - ocorre a tentativa de nos passar uma determinada ideia ou conceito.
Muitos contatados têm recebido uma combinação de traços onde se reconhecem a similaridade com os sistemas acima citados, o que leva a questão a um nível superior:
"Os SERES MULTIDIMENSIONAIS estão transmitindo a algumas pessoas códigos energéticos que a partir de uma combinação dos valores rúnicos é capaz de atuar na nossa realidade e nas dimensões anexas mais próximas. Muitos que estão recebendo são terapeutas ou trabalham ativamente na manipulação de energias. "
Uma 'intuição' da utilidade, ainda que primária tem acompanhado a recepção do símbolo para os que atuam mais ativamente nessas áreas. Os que ainda são, digamos, 'promessas', estão ainda no seu processo de formação e estudos nas áreas terapêuticas, geralmente vêm os símbolos mas não consegue reproduzi-los corretamente ou não sabem do que se trata ou para que servem.
Existem muitos tipos de símbolos dados a contatados, mas esses especificamente serão prioritariamente uma combinação de runas, como os símbolos vistos nas imagens, especialmente os da última linha.
Estudar o significado básico das runas pode ajudar a compreender a lógica energética sobre a qual o símbolo se baseia, ainda que muito do significado real tenha se perdido desde os Hiperbóreos - povos que preservaram o uso das Runas de outros mundos para cá.
Nem todos receberão esse tipo de símbolo porque levas de sementes estelares são ativadas diferentemente, de acordo com os rastros de DNA ativos na sua linhagem genética de 3D, e para esta tentativa - que visa em última instância preparar o terreno para uma nova geração capaz de atingir os niveis frequenciais necessários para o restabelecimento da comunicação da forma como ocorre no nível de 5D+, estão sendo ativados aqueles em que foi possível alinhar uma específica sequência de DNA que remonta ao tempo dos Hiperbóreos na Superfície da Terra.
Para os que receberam, saibam que tem ocorrido o fenômeno de 'comunicação em cadeia': uma pessoa recebe o símbolo e outra próxima (em níveis de Familiaridade Estelar) é capaz de ajudar a interpretar. Portanto se você recebeu um símbolo que está 'travado' na compreensão, experimente mostrá-lo a outro contatado que tenha ressonância com sua linhagem.
Aos que quiserem compartilhar símbolos ou tentarem a comunicação em cadeia, o espaço está aberto no grupo fechado Terra Stellar Grupo de Estudos de Espiritualidade Avançada do Facebook https://www.facebook.com/groups/649573478582656/. Solicite entrada.

* Adquira o livro (e-book) diretamente com a autora pelo e-mail jennifer.dhursaille@yahoo.com.br ou pelo Messenger.