domingo, 16 de agosto de 2009

Champagne





Champagne


Num tempo em que
Tão poucas coisas belas são vistas
A sua presença entorpece o meu presente
E eu sinto um perfume de champagne no ar.

De um tempo em que tão poucas lembranças ficaram
A sua imagem ficou
Permaneceu na cor champagne da areia que escorre na ampulheta
que conta os dias que nunca existiram.

Talvez no futuro
O seu rosto desapareça da minha memória
Mas algo seu vai ficar
Uma sensação champagne
Que o tempo não vai apagar

Seus cabelos,
Seus olhos,
Sua pele,
Seus beijos cordiais
Vão estar no gosto de todos os champagnes
Que eu vier a provar.

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