quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Perfil de Uma Mulher Imperfeita de Nível Médium



Muito bem, eu escrevo histórias ditadas por espíritos e seres Ultradimensionais (Extra e Intraterrestres). Adoro compartilhá-las porque as acho interessantes e se eu aprendi alguma coisa com elas acho que também servirão para mais pessoas. 
Isso não faz de mim uma pessoa diferente de você, assim como não faz de um maestro, um esportista ou um artista. Cada um com seu talento tentando contribuir com a humanidade à sua moda. 

Eu realmente quero deixar isso bem claro porque, especialmente na nossa cultura latina, pessoas que tenham 'ligação' com qualquer coisa que se considere como pertencente ao lado espiritual da vida são vistas como 'diferentes' ou 'estranhas'. Isso é verdade, eu sou mesmo esquisita. 

Mas o que eu não sou e faço questão que você guarde bem essa informação: superior, santa ou mais evoluída espiritualmente do que você. Pode ser que você tenha conhecido outros autores espíritas e tenha sentido neles uma aura elevada, uma sensação angelical, uma superioridade espiritual... Acho muito interessante se você teve essa experiência (do ponto de vista psicológico, no sentido do espelhamento de luz e sombra entre os indivíduos e as coletividades), mas por favor não espere encontrar nenhuma aura de santidade ao meu redor. 
So sorry, but... esta pessoa boníssima que possui todas as resposta que você está buscando não sou eu. Não  sirvo pra mestre nem dos meus cachorros. 

Sou apenas uma médium psicógrafa e contatada como tantos outros, um ser humano falho procurando ser melhor a cada dia, consciente de que as lições que os guias disponibilizam nos livros são aprendizados a serem arduamente conquistados também por mim e não benesses adquiridas.

Tenha certeza que eu estou muito mais para Gasparetto do que para Chico Xavier. Muito mais Dercy Gonçalves do que Irmã Dulce – com todo respeito e a admiração que os segundos citados me merecem. Eu apenas sei quem sou. E o que não sou. E gostaria que você não se equivocasse quanto a isso.
Sim, eu adoro gírias e falo palavrões. Como artesã de palavras acho ferramentas imprescindíveis para a boa veracidade do discurso. Eu sou sarcástica, cínica e irônica e não me importo a mínima para aqueles que acham que isso é sinal da minha falta de evolução espiritual. Afinal, se eu fosse tãoooooooo espiritualizaaaaadaaaaaaaa como afirmam ser alguns atuantes do meio, pra começar acho que não estaria encarnada aqui no Planeta dos Macacos. Então sou a primeira a assinar embaixo de qualquer declaração que venha a surgir a respeito da minha própria falta de evolução.

Minha 'bandeira pessoal' é a de que espiritualidade é assunto de TODOS – e “todos” significa a multidão de seres humanos imperfeitos e caóticos que convivem neste orbe – e não exclusividade dos que se entitulam “secretários de Deus” ou  “porta-vozes da Divindade”. Acredito que esse tipo de pensamento exclusivista e que prega modelos de santidade inatingíveis para o estado atual do planeta levou à alienação de parte imprescindível do ser, que hoje vaga sem saber quem é e muito menos para onde ir.


O objetivo do meu trabalho é ajudar a reverter essa situação e mostrar para as pessoas que espiritualidade é parte inerente da vida de cada um e que precisa estar em equilibrio, dentro das características individuais do ser e do seu nível de entendimento e interesse, assim como todos os outros aspectos da vida, como a saúde, a profissão, os relacionamentos e a auto-realização.

É a Ciência do Pentagrama em Ação para uma humanidade do Terceiro Milênio ecologicamente viável, mais unida e mais feliz.

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