terça-feira, 11 de agosto de 2015

Afirmação de Luz para Gerar Movimento


Uma das coisas mais incríveis na qual você pode usar o seu Poder do Verbo!




"Sua vida está estagnada? Experimente uma Poderosa Afirmação de Luz para gerar o movimento!"

Poderosa Afirmação de Luz para gerar o movimento
Autor desconhecido

O que quer que esteja me segurando
Com a mesma força vai me soltar!

O que quer que esteja me impedindo
Com a mesma força vai me impulsionar!

O que quer que esteja me paralisando
Vai agora com a mesma força me movimentar!

O que quer que esteja me emperrando
Vai agora me empurrar!

O que quer que esteja me limitando,
me parando, me atrasando, me freando,
me atrofiando, me cerceando …

Vai agora com a mesma força me fazer superar,
me expandir, me libertar, me engrenar,
me envolver, me extravasar,
me ampliar, me engrandecer!

O que quer que esteja me podando,
me negando, me bloqueando,
me imobilizando, me entravando …

Vai com a mesma força me revelar,
me fazer sobressair, me afirmar,
me fazer prosseguir, me motivar
me impelir!

Estou livre dessas amarras,
dessa prisão, desse casulo,
desse gesso, desse obstáculo!

Estou livre para exercer com plenitude
Tudo o que a mim Deus confiou!

Ele confia a mim!
Ele confia em mim!
Estou pronto para assumir esse poder!


Seres Mágicos da Natureza - Devas

DEVAS


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Devas são divindades regentes da natureza. Não são bons nem maus, mas podem ser manipulados pelos humanos para finalidades boas ou ruins. Em um certo ponto de evolução, eles se individualizam, e podem ser confundidos com anjos, ou fadas. Em um certo estado de consciência, algumas pessoas podem vê-los. Podem se apresentar como gnomos, duendes, fadas, sereias, sílfides e outros.
Na mitologia hindu, os devas equivalem aos anjos do cristianismo. O nome deriva da raiz sânscrita div, que significa resplandecente, aludido à sua aparência autoluminosa. Como adjetivo significa algo divino, celeste, glorioso.
Devas, na cultura hindu, é uma palavra que significa "criatura celeste". A definição é vaga por natureza, pois abriga um grande número de criaturas, algumas com forma (rupa) e outras sem forma (arupa), algumas superiores aos humanos, outras inferiores, mas todas habitantes do astral. No processo de reencarnação qualquer um pode se tornar um Deva, mas depois de um tempo ele terá de retornar à Terra para obter a liberação definitiva de Maya. No Japão, os Devas foram adotados pelo Budismo e são chamados de TenBu, estando eles acima dos humanos em 6 estágios de existência. Muitos Devas possuem poderes Divinos, e são cultuados como tais, mas eles são mortais (embora vivam incontáveis anos).
Os gregos possuíam duas palavras distintas para espírito. Uma é pneuma, que significa alma, aquilo que temos dentro de nós. Outra é daemon, que significa entidade, fantasma, etc. Notaram? O mesmo espírito, só que desencarnado. No dicionário Houaiss podemos encontrar: "Na crença grega apresentava uma natureza intermediária entre a mortal e a divina, freqüentemente inspirando ou aconselhando os humanos." Tanto é que a voz que ressoava na consciência do filósofo grego Sócrates, guiando suas ações, ele mesmo dizia que provinha de um daemon. Se Sócrates (que nas palavras de Platão era o homem mais justo que o mundo conheceu e que o Oráculo de Delphos disse que não havia ninguém mais sábio que ele) era um "endaemoniado", então eu também quero ser!
Vocês conhecem o destino de Sócrates, injustamente condenado à morte.
É esse o fim de todos que possuem consciência e questionam as obras humanas sob um prisma ético-universal. Tanto que a palavra "heresia" provém do grego heresis, que significa tão somente 'escolha, opinião'.
A Igreja Católica acha maligno o direito de alguém ter opinião própria. Esse medo de perder o controle e o poder fez com que a Igreja adotasse daemon como uma coisa a ser banida, maligna, e daí veio a palavra demônio (daemoniu, em Latim).

Poderes dos Devas



De uma perspectiva humana, os devas são invisíveis a olho nu. Mas a proximidade de um deva poderia ser detectada por pessoas que conseguiram abrir o “divya-cakshus” (Pali: dibbacakkhu, "terceiro olho"). Esse é um dom extra-sensorial que permitiria enxergar seres de outros planos. Suas vozes também poderiam ser ouvidas por aqueles que treinaram um poder similar no ouvido.
A maioria dos devas é também capaz de construir formas ilusórias pelas quais eles podem se manifestar diante de seres de mundos inferiores. Devas superiores e inferiores têm inclusive de fazer isso entre eles.
Os devas não requerem o mesmo tipo de alimento que os humanos, apesar de os mais inferiores comerem e beberem. Os tipos superiores de devas brilham com sua própria luminosidade intrínseca.
Os devas são também capazes de se locomoverem por grandes distâncias rapidamente e de voar, apesar de os Devas inferiores às vezes conseguirem fazer isso com o uso de auxílios mágicos como uma carruagem voadora.

Tipos de Deva


O termo deva não se refere a uma classe natural de seres mas é definida de modo antropocêntrico para incluir todos os seres mais poderosos ou mais bem-aventurados que os humanos. Ele inclui vários tipos bem diferentes de seres, seres estes que podem ser alinhados hierarquicamente. As classes inferiores desses seres são mais próximas em sua natureza com os humanos que com as classes superiores de devas.
Os devas se enquadram em três classes, dependendo de em qual dos três dhātus ou "reinos" do universo eles nascem.
Os devas de Ārūpyadhātu não têm quer forma física, quer localização e habitam em meditação em entidades sem forma. Eles alcançam tal estágio ao atingirem avançados níveis de meditação em outra vida. Eles não interagem com o restante do universo.
Os devas de Rūpadhātu possuem formas físicas, mas são assexuados e sem paixões. Eles vivem em um grande número de "céus" ou mundos-deva, que sobem, nível por nível, sobre a Terra. Eles podem ser divididos em cinco grupos principais:
Os devas Śuddhāvāsa são o renascimento de Anāgāmins, praticantes religiosos Budistas que morreram logo após atingirem o estágio de Arhat. Eles guardam e protegem o Budismo na Terra e passarão à iluminação como Arhats quando fizerem a passagem dos reinos Śuddhāvāsa. O mais elevado desses mundos é chamado de Akaniṣṭha.


• Os devas Bṛhatphala permanecem no tranqüilo estágio atingido no quarto dhyāna.
• Os devas Śubhakṛtsna permanecem na bem-aventurança do terceiro dhyāna.
• Os devas Ābhāsvara apreciam as delícias do segundo dhyāna.
• Os devas Brahmā (ou simplesmente Brahmās) participam nos prazeres mais ativos do primeiro dhyāna. Eles também são mais interessados e envolvidos com o mundo inferior que qualquer dos devas superiores e às vezes intervém com conselhos.


Cada um desses grupos de mundos-deva contém graus diferentes de devas mas todos os que pertencem ao mesmo grupo podem interagir entre si e se comunicarem uns com os outros. Por outro lado, os grupos inferiores sequer sabem da existência dos mais elevados. Por essa razão, alguns dos Brahmās ficaram orgulhosos, imaginando-se os criadores dos mundos que estão abaixo deles (por terem vindo a existir antes desses mundos).
Os devas de Kāmadhātu possuem formas físicas similares porém maiores que os humanos. Eles levam o mesmo tipo de vida que os humanos, apesar de serem mais longevos e geralmente mais satisfeitos, estando de fato às vezes submersos em prazeres. Estes são os dhātu sobre os quais Māra tem maior influência.
Os devas mais elevados de Kāmadhātu vivem em quatro céus que flutuam no ar, deixando-os livres para fazer contato com as disputas do mundo inferior. Eles são:


• Os devas Parinirmita-vaśavartin , devas luxuriosos aos quais Māra pertence;
• Os devas Nirmāṇarati;
• Os devas Tuṣita, entre os quais o futuro Maitreya vive;
• Os devas Yāma.

Os devas inferiores de Kāmadhātu vivem em diferentes partes da montanha no centro do mundo, Sumeru. Eles são ainda mais passionais que os mais elevados e não apenas se divertem como se envolvem em disputas e lutas. São eles:

• Os devas Trāyastriṃśa, que vivem no pico de Sumeru e são algo parecidos com os deuses olímpicos. Seu líder é Śakra.
• Os devas Cāturmahārājikakāyika, que inlcuem os reis marciais que guardam os quato cantos da Terra. O chefe desses reis é Vaiśravaṇa, mas todos, em ultima instância, se reportam a Śakra. Eles também incluem quatro tipos de semi-deuses terrestres ou espíritos-da-natureza: Kumbhāṇḍas, Gandharvas, Nāgas e Yakṣas.


Às vezes incluídos entre os devas e outras vezes colocados em uma categoria diferente são os Asuras, os oponentes dos dois grupos precedentes de devas, cuja natureza é estar continuamente envolvidos em guerra.
Diz-se que os humanos originalmente tinham muitos dos poderes dos devas: não requerer comida, a habilidade de voar e brilhar pela sua própria luz. Com o tempo eles passaram a comer alimento sólido, seus corpos ficaram mais densos e seus poderes desapareceram.

Devas versus Deuses



Apesar de a palavra "deva" ser geralmente traduzida como "deus" (ou, ocasionalmente, "anjo") em Português, devas Budistas diferem-se de "deuses", "Deus" ou "anjos" de religiões ocidentais do passado e do presente em muitas e importantes formas.


• Devas Budistas não são imortais. Eles vivem por muito tempo, porém são finitos, levando de centenas a bilhões de anos. Quando eles morrem, eles são renascidos como outro tipo de criatura, possivelmente um outro tipo de deva, ou talvez um humano ou algo mais.
• Devas Budistas não criam nem moldam o mundo. Eles vem a existencia baseados em seus karmas passados, e eles são tão sujeitos as leis da natureza de causa e efeito quanto qualquer outro ser no universo. Eles também não tem papel nas periódicas dissoluções de mundos.
• Devas Budistas não são encarnações de uma entidade menor ou manifestações de uma Entidade monoteísta. Tampouco são símbolos. Eles são considerados, como humanos, indivíduos distintos com suas próprias personalidades e caminhos de vida.
• Devas Budistas não são oniscientes. Seus conhecimentos são inferiores do que os de um Buda completamente iluminado, e eles desconhecem qualquer coisa sobre mundos além de seu próprio.
• Devas Budistas não são todo-poderosos. Seus poderes tendem a ser limitados em seus próprios mundos, e eles raramente intervém em assuntos humanos. Quando eles fazem, é geralmente mais como um conselho silencioso do que uma intervenção física.
• Devas Budistas não são moralmente perfeitos. Os devas dos mundos de Rūpadhātu não possuem paixões e desejos humanos, e alguns deles são capazes de ignorancia, arrogancia e orgulho. Os devas dos mundos inferiores de Kāmadhātu experimentam os mesmos tipos de paixões que os humanos tem, incluindo (nos mundos mais baixos) luxúria, inveja e raiva. É, na verdade, suas imperfeições nos reinos mental e moral que causam suas ressureições nestes mundos.
• Devas Budistas não são venerados. Apesar de alguns indivíduos entre os devas serem criaturas de grande autoridade moral e prestígio e assim mantendo um grande nível de respeito, nenhum deva pode ser um refugiado ou mostrar uma forma de escapar do Samsara ou ainda controlar o renascimento de alguém. As maiores honras são reservadas para as Três Jóias de Buda, Dharma e Saṅgha.


Os Devas e os praticantes Budistas


Os Devas podem ser ajudados pelos praticantes budistas que lhes oferecem os oito tipos de substâncias :
1. Águas minerais puras para beber
2. Águas medicinais para os pés
3. Águas-de-colônia perfumadas e variadas
4. Flores macias, exóticas e belas
5. Incensos refinados sem ingredientes de origem animal
6. Luzes de todo espectro, amenas, fortes ou decorativas
7. Alimentos de todos os sabores, texturas, formas e preferências de tempero
8. Músicas de todos os tempos e lugares


Como os Devas são seres da natureza e, às vezes, responsáveis por ela, quaisquer ações que harmonizem o meio ambiente, desde o mais próximo até as longínquas galáxias, ou evitem a sua deteriorização estarão criando interdependências virtuosas com estes seres.

Os sofrimentos dos Devas


Os Devas não sentem os sofrimentos comuns (como a dor física que necessita de neurônios associados aos cinco sentidos), mas ainda possuem o sofrimento da mudança e o sofrimento intelectual por não dominarem a sabedoria última e absoluta. Estes sofrimentos mentais relativos à ideia da morte se comparam aos piores sofrimentos do inferno em que não há descanso .
O principal sofrimento destes magníficos seres está associado com a ansiedade advinda ao perceber sinais que indicam que suas vidas estão no fim, pois como já se encontram em esferas muito sublimes, é muito difícil que seu próximo renscimento não seja em um reino inferior ao dos Devas[carece de fontes]. Os principais sinais de que suas vidas estão no fim surgem quando os outros Devas recebem muito mais presentes e oferendas. Ao final de suas vidas, os outros Devas oferecem guirlandas aos que padecem e se afastam.
Os Devas possuem acesso a árvores que realizam todos os desejos e os invejosos Asuras estão constantemente entrando em guerra com os Devas para tentar adquirir suas jóias celestiais. Em guerra, os Devas superiores costumam invadir as casas dos Devas inferiores. Um Deva só é morto em batalha se lhes forem cortadas as suas cabeças .
Todos os bondosos seres possuem, em graus diferentes, os seis tipos de venenos mentais que são causas de infelicidade :


1. O desejo ou apego
2. A aversão
3. O orgulho
4. A ignorância
5. A dúvida
6. As cinco convicções incompletas:
1. A convicção de que a essência do eu coexiste com o que morre
2. As convicções extremas como a do niilismo e a do fatalismo4
3. A convicção de que o existente é supremo
4. As convicções de éticas e comportamentos supremos
5. As convicções próprias e incompletas de um eu


Todos os bondosos seres passam pelos seis tipos de sofrimentos que são as consequências de uma mente não iluminada :


1. O sofrimento das dúvidas e incertezas
2. O sofrimento de não se conseguir obter tudo o que é desejado
3. O sofrimento de ter que continuamente mudar de corpo
4. O sofrimento do nascimento
5. O sofrimento de subir e descer, melhorar e piorar
6. O sofrimento da morte


Confundidos com Devas


O mundo da meditação e prática budista inclui vários tipos de criaturas chamadas "deuses", mas elas são distintas dos devas.


• Bodhisattvas – Um bodhisattva pode ser um deva em uma vida em particular, mas bodhisattvas não são "essencialmente" devas, e se eles acabam sendo devas é apenas o curso de nascer de várias formas em diferentes mundos o tempo todo. Um bodhisattva normalmente nasce como humano ou animal, e é apenas distinguido por criaturas pela certeza de que, depois de muitas vidas, o bodhisattva renascerá como um Buda. Por exemplo, o atual bodhisattva do céu de Tuṣita é atualmente um deva. Em sua próxima vida, ele renascerá como um humano - O Buda Maitreya. Bodhisattvas avançados também são capazes de se manifestar em uma grande variedade de formas, incluindo formas de devas, dependendo das circunstâncias.
• Yidams – Estas entidades meditacionais algumas vezes tomam forma de um deva comum e às vezes aparece como um bodhisattva, mas eles são em todos os casos manifestações de mentes iluminadas nas quais o meditante tenta se unir.
• Budas – Um Nirmāṇakāya Buda (Buda fisicamente manifestado) é sempre humano e não um deva, uma vez que a condição correta de obter a iluminação suprema não existe em mundos-deva. Um Buda Sambhogakāya tem a "forma" de um deva muito avançado, mas não existe no universo, sujeito a morte e nascimento, como todos os devas. O Dharmakāya está acima de todos os mundos e limitações


Fonte: http://www.caminhosdeluz.org/A-123B.htm

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Seres Mágicos da Natureza - A Fênix

A FÊNIX


Fênix é um pássaro lendário da mitologia grega, que morria, mas depois de algum tempo renascia das próprias cinzas. O pássaro fênix, antes de morrer, entrava em combustão, para depois renascer.
A fênix possuia uma grande força, capaz de transportar pesadas cargas durante seu voo, chegando ao ponto de carregar até mesmo elefantes. Segundo a mitologia, as lágrimas da fênix possuiam características curativas.
Na Antiguidade, a fênix era um ser venerado por vários povos, como os egípcios, principalmente os habitantes de Heliópolis, onde a fênix era vista como a reencarnação do deus Rá.
A fênix também tem o poder de se transformar em uma ave de fogo muito parecida com uma águia. Pela sua morte diferente, a fênix tornou-se um símbolo de força, da imortalidade e do renascimento. É uma das figuras mais representadas pelas pessoas que fazem tatuagens no corpo.
Acredita-se que a ave mitológica surgiu no Oriente, e depois foi adaptada pelos gregos. Até mesmo a Igreja Católica possuia uma relação com a fênix, os cristãos acreditavam que o pássaro era um dos símbolos da ressurreição de Cristo. Dizia-se na época que as cinzas da fênix eram tão poderosas, que podiam até ressuscitar os mortos.

A Fênix tem sido um símbolo mitológico duradouro há milênios e em várias culturas diferentes. Apesar da variedades de sociedades e épocas, ela é sempre caracterizada como um pássaro com brilhante plumagem colorida, Que, depois de uma longa vida, morre em um incêndio feito por ela mesma, para em seguida ressuscitar das cinzas. Do simbolismo religioso e naturalista no antigo Egito, a um símbolo secular para os exércitos, comunidades, e até mesmo as sociedades, bem como um símbolo literário, a representação desta ave mítica de morte e renascimento parece ressoar com as aspirações da humanidade.
Diversas culturas incluem variações sobre a Fênix e apesar de muitas culturas terem a sua própria interpretação do pássaro, as diferenças em nuance são ofuscadas pelas características mais homogêneas da criatura mítica. A Fênix é sempre um pássaro, geralmente tendo uma plumagem com cores correspondentes ao fogo: amarelo, laranja, vermelho e ouro. A característica mais universal é habilidade do pássaro para ressuscitar. Após viver uma vida longa (a idade exata pode variar de quinhentos a muito mais de mil anos), o pássaro morre em um incêndio auto-criado, queimando em uma pilha de cinzas, de onde uma nova fênix renasce, representando um processo cíclico de vida e morte. Por ela renascer de sua própria morte, a Fênix também assumiu as características de regeneração e imortalidade. Outro fator notável é a sua enorme força, tendo capacidade de carregar grandes cargas com facilidade (alguns contos falam sobre ela ser capaz de carregar elefantes).

Abaixo temos as várias personificações da Fênix nas mitologias ao redor do mundo

Mitologia Egípcia - Benu

A mais antiga representação da Fênix é encontrada no antigo pássaro egípcio Benu. Alguns pesquisadores acreditam que uma grande garça, agora extinta, era uma possível inspiração da vida real para o Benu. No entanto, uma vez que o Benu, como todas as outras versões da Fênix, é essencialmente um ícone simbólico, as muitas fontes míticas do Benu na antiga cultura egípcia revelam mais sobre a civilização do que a existência de um pássaro real.

Uma versão do mito diz que o pássaro Benu surgiu a partir do coração de Osíris. O mito em geral, muito popular no Egito, diz que ele era único. Portanto, para assegurar sua descendência, quando sentia a proximidade da morte, fazia uma espécie de ninho com plantas aromáticas e ervas mágicas e, após atear-lhe fogo, instalava-se em seu centro. Das cinzas surgia um novo Benu, que transportava os restos do ninho para a cidade de Heliópolis, no Egito. Ali era adorado o deus grego do Sol, Hélios, de quem, segundo uma versão, a ave era a encarnação.

O Benu era retratado como uma garça cinza, roxa, azul, ou branca com um bico longo e uma crista de duas penas. Ocasionalmente, ele foi descrito como uma alvéola amarela, ou como uma águia com penas vermelhas e douradas. Em raras ocasiões, o Benu foi retratado como um homem com a cabeça de uma garça-real, usando um vestido de múmia branco ou azul sob um casaco longo transparente. Por causa de sua ligação com a religião egípcia, o Benu foi considerada a "alma" do deus Atum, Ra, ou Osíris, e às vezes era chamado de "Aquele que veio a existir por si mesmo", "O Crescente," e "Senhor dos Jubileus" . Esses nomes e a conexão com Rá, o deus do sol, não se refletem apenas à antiga crença egípcia em uma continuação espiritual da vida após a morte física, mas também refletem o processo natural de alta e baixa do rio Nilo, do qual os egípcios dependiam para a sobrevivência. O Benu também tornou-se intimamente ligado com o calendário egípcio, e os egípcios mantiveram complexos dispositivos de medição do tempo no Templo de Benu.

Mitologia Grega - Fênix

Os gregos adaptaram a palavra bennu e a identificou com sua própria palavra fênix ('φοινιξ'), ou seja, a cor vermelho-púrpura ou escarlate. Eles e os romanos posteriormente retrataram o pássaro mais como um pavão ou uma águia. Segundo a mitologia grega, a Fênix vivia na Arábia, ao lado de um poço. Ao amanhecer, ele banhava-se na água do poço, e o deus grego Apolo parava seu carro (o sol), a fim de ouvir o seu canto.

Mitologia Persa - Huma

O Huma (ou Homa), também conhecido como o "pássaro do paraíso", é uma ave mitológica persa, semelhante ao Benu egípcio. Consome-se em fogo a cada cem anos, apenas para renascer a partir das cinzas. O Huma é considerado um pássaro compassivo e seu toque é dito para trazer grande fortuna.

O pássaro Huma une ambas as naturezas masculina e feminina em um só corpo e cada um partilha de uma asa e uma perna. Ele evita matar por comida, dando preferência à carniça como alimento. Os persas ensinam que grandes bênçãos vem para a pessoa sob quem a sombra do Huma cai.
De acordo com o mestre sufista Hazrat Inayat Khan, a palavra huma na língua persa significa um pássaro fabuloso. Há uma crença de que se o pássaro huma pousar por um momento sobre a cabeça de alguém é um sinal de que essa pessoa vai se tornar um rei. Seu verdadeiro significado é que, quando os pensamentos de uma pessoa evoluem de modo que eles quebram todas as limitações, ele se torna um rei. 


Judaísmo e Cristianismo

No judaísmo, a Fênix é conhecida como Milcham ou Chol (ou Hol): A história dela começa no Jardim do Éden, quando Eva caiu, tentada pela serpente a comer o fruto proibido. De acordo com o Midrash Rabá, chateada com sua situação e com ciúmes das criaturas ainda inocentes, Eva tentou todas as outras criaturas do jardim para fazerem o mesmo. Apenas o Chol (Fênix) resistiu. Como recompensa, ao Chol foi dada a vida eterna, pondendo viver em paz por mil anos e depois renascer de um ovo, para continuar a viver em paz novamente, repetindo o ciclo eternamente (Gênesis Rabbah 19:05). Rabbi Shlomo Yitzhaki, mais conhecido como Rashi, comentou que a morte não tem poder sobre o Chol, "porque não provou do fruto da árvore do conhecimento".
A Fênix também aparece no livro de Jó: "Eu multiplicarei os meus dias como a Chol, a Fênix" (Jó 29:18), indicando mais uma vez ao longo da vida, se não a imortalidade. Esta referência, no entanto, é controversa, pois chol foi traduzido como fênix, areia e palmeiras em diferentes versões.
A fênix se tornou um símbolo do cristianismo na literatura mais recente, a partir da antiga lenda hebraica ou a partir da incorporação da cultura grega e romana, ou de uma combinação de ambos. Em qualquer caso, a ideologia da fênix se encaixa perfeitamente com a história de Cristo. A ressurreição da fênix após a morte, como nova e pura pode ser vista como uma metáfora para a ressurreição de Cristo, central para a fé cristã. A maior parte do simbolismo da fênix baseado no Cristianismo aparece dentro de obras de literatura, especialmente na literatura cristã Medieval e Renascentista que combinam mitos clássicos e regionais e folclore com a doutrina mais convencional.

Mitologia Oriental - Feng Huang / Hou-Ou

No Japão, e anteriormente na China, a fênix mítica foi adotada como um símbolo da família imperial, particularmente a imperatriz. Este pássaro mitológico representa o fogo, o sol, a justiça, obediência, fidelidade, e as constelações das estrelas do sul.
Segundo a lenda (principalmente chinesa), o Hou-Ou aparece muito raramente, e só para marcar o início de uma nova era - o nascimento de um governante virtuoso, por exemplo. Em outras tradições, o Hou-ou aparece apenas em tempos de paz e prosperidade e se esconde quando há problemas. Como o arauto de uma nova era, o Hou-ou desce do céu à terra para fazer boas ações, e, em seguida, ele retorna à sua morada celestial para aguardar uma nova era. É um símbolo de paz (quando o pássaro aparece) e um símbolo de desarmonia (quando o pássaro desaparece). Na China, os primeiros artefatos mostram o fênix (feminino) tão intimamente associado com o dragão (masculino) - os dois são retratados ou como inimigos mortais ou como amantes felizes. Quando apresentados em conjunto, os dois simbolizam conflito e felicidade conjugal, e são um motivo de design comum ainda hoje em muitas partes da Ásia.

鳳 = Fèng, Fênix Macho 凰 = Huáng, Fênix Fêmea

O termo composto chinês significa Feng Huáng Phoenix. Acredita-se que o Feng Huang controla os cinco tons de música tradicional chinesa e representa as virtudes confucionistas de lealdade, honestidade, decoro e justiça. Sua imagem aparece pela primeira vez em artefatos Shang da dinastia Zhou do período ocidental (século 11 aC a 771 aC).

O simbolismo da Fênix chinesa (Feng Huáng) é muito semelhante ao simbolismo do mitológico pássaro vermelho (Chn. = Zhū Qiǎo 朱雀 or Zhū Niǎo 朱鳥), também do folclore chinês. No Japão, o pássaro vermelho é chamado Suzaku (os mesmos caracteres chineses). O pássaro vermelho é uma das quatro criaturas lendárias chinesas que guardam as quatro direções cósmicas (Pássaro Vermelho - SUL, Dragão - LESTE, Tartaruga- NORTE, e o Tigre- OESTE). Os quatro aparecem durante período dos Reinos Combatentes da China (476 aC - 221 aC), e foram frequentemente pintados nas paredes dos primeiros túmulos chineses e coreanos para afastar os maus espíritos.

Fonte http://www.significados.com.br/fenix/
http://portal-dos-mitos.blogspot.com.br/2013/05/fenix.html

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Seres Mágicos da Natureza - O Hipogrifo ( e também o Basilisco, a Cocatriz, o Manticore e o Centauro)


O HIPOGRIFO
e também o Basilisco, a Cocatrice, o Manticore e o Centauro!



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Um hipogrifo é uma criatura lendária, supostamente o fruto da união de um grifo e um égua. O poema Orlando Furioso (1516) de Ludovico Ariosto contém uma descrição da criatura no canto IV.

De acordo com as Lendas de Carlos Magno de Thomas Bulfinch:
Como um grifo, ele tem cabeça de águia, patas munidas de garras e asas cobertas com penas, mas o resto do seu corpo sendo de um cavalo. Este estranho animal é chamado de Hipogrifo.

Outra descrição do hipogrifo pode ser encontrada no poema de Arnold Sundgaard, O Hipogrifo:

Égua e Grifo ao se unir e acasalar
Fazem sua cria curiosa sorte compartilhar.
Cavalo com cascos e cauda ao meio é,
O resto Águia, com garras e unhas até.
Como Cavalo ele gosta no verão
De pastar em prados imersos na cerração,
Voar ainda como Águia lhe apraz
Sobre as nuvens como os sonhos é capaz.
Com tal Besta quedei-me encantado,
O Hipogrifo, assim ele é chamado.

A razão para sua grande raridade é que grifos desprezam cavalos, os quais consideram com os mesmos sentimentos que um cão tem sobre um gato. Tem sido sugerido que essa idéia era tão forte nos tempos medievais que produziu um ditado, 'to mate griffins with horses' ("acasalar grifos com cavalos"), o que significa mais ou menos o mesmo que o dito contemporâneo "quando as galinhas tiverem dentes".
Em conseqüência, o hipogrifo era considerado um símbolo da impossibilidade e do amor.

Isto foi supostamente inspirado por trechos dos Ecólogos de Virgílio, tais como acasalar Grifos com éguas e nas eras vindouras, tímidos cervos e mastins juntos virão beber..., os quais também seriam a origem do reputado dito medieval, se de fato houver alguma.

O hipogrifo parecia ser mais fácil de domar do que o grifo. Nas poucas lendas medievais onde é caracterizada esta criatura fantástica, ela é geralmente um animal de estimação de um cavaleiro ou de um feiticeiro. Constituía-se num excelente corcel de batalha, capaz de atingir a velocidade do raio. Do hipogrifo é dito ainda ser onívoro, comendo tanto plantas quanto carne.

Em algumas descrições, o basilisco é uma serpente fantástica. Plínio, o Velho, o descreve como uma serpente com uma coroa dourada e, no macho, uma pluma vermelha ou negra. Durante a Idade Média era representado como tendo uma cabeça de galo ou, mais raramente, de homem. Para a heráldica, o basilisco é visto como um animal semelhante a um dragão com cabeça de galo; em outras descrições, porém, a criatura é descrita como um lagarto gigante (às vezes com muitas patas), mas a sua forma mais aceita é como uma grande cobra com uma coroa. O basilisco seria capaz de matar com um simples olhar. O único jeitos de matá-lo seria fazendo-o olhar seu próprio reflexo em um espelho.

Leonardo da Vinci escreveu que o basilisco é tão cruel que, quando não consegue matar animais com a sua visão venenosa, vira-se para as plantas e para as ervas aromáticas e, fixando o olhar nelas, seca-as. O poeta Percy Bysshe Shelley fez também a seguinte alusão ao olhar mortífero do basilisco na sua "Ôde a Nápoles": "(…)Sê como o basilisco, que o inimigo mata por invisível ferimento."

O basilisco era, aliás, muito frequentemente mencionado na literatura. Foi referido em obras de John Gay (The Beggar’s Opera, acto II, air XXV), na novela Clarissa de Samuel Richardson (The Novels of Samuel Richardson, vol. I, London, 1824, p 36) e nos poemas de Jonathan Swift (The Select Works of Jonathan Swift, Vol. IV, London, 1823, p. 27) e de Alexander Pope (Messiah, linhas 81-82). O português Antonio Feliciano de Castilho escreveu sobre uma moura que tinha um olhar que "só se inflama vendo passar por longe algum cristão, e nesses momentos dera ela todos os palácios de safiras, todas as musicas e aromas das sultanas de Córdova, por ter o olhar do basilisco" 1

No capítulo XVI do Zadig de Voltaire, o basilisco é descrito como um animal muito raro que só pode ser tocado por mulheres.
Os basiliscos são inimigos mortais dos grifos. O parente mais próximo do basilisco é a cocatrice.
Outra historia relata que quem olhar nós olhos do basilisco viraria pedra.

A Cocatriz ou Cocatrice é um ser fantástico que, na maioria de suas descrições tem um corpo de um réptil alado com pernas e crista de galo e umacobra na cauda.
Em umas versões, é dito que a cocatrice possui várias formas, sendo ou um réptil alado ou uma quimera completa.
Desde a Grécia Antiga, o animal entrava na categoria de seres fantásticos conhecidos como basilisco, e esse se tornou a imagem da fera, uma cobra gigante com uma coroa e uma pluma, porém, na Idade Média, o basilisco possuía duas retratações, a de serpente e a de uma criatura metade galinha, metade réptil. Daí, a segunda imagem se tornou um monstro distinto, o cocatrice.

Para a heráldica, é visto como um animal semelhante a um dragão com cabeça de galo.
Em Portugal a Cocatrice se tornou um personagem folclórico. Seu nome foi abreviado por Coca, e seu papel é bastante semelhante ao Jack Lantern americano, ou à um bicho papão. Nessa versão do mito, ela mantem seu visual meio réptil meio ave, mas tem algo de humano também, sendo considerada uma bruxa.
Nasce de um ovo de galinha chocado por um sapo como seu parente, o basilisco. Possui a habilidade de transformar em pedra aquele que fixa seu olhar ao dele.

Na mitologia grega, o centauro (em grego Κένταυρος, Kentauros, "matador de touros", plural Κένταυρι, Kentauri; em latim Centaurus/Centauri) é uma criatura com cabeça, braços e dorso de um ser humano e com corpo e pernas de cavalo 1 2
Os centauros viviam nas montanhas de Tessália e repartiam-se em duas famílias:
• Os filhos de Íxion e Nefele, que simbolizavam a força bruta, insensata e cega. Viviam originalmente nas montanhas da Tessália e alimentavam-se de carne crua. Alternativamente, consideravam-se filhos de Kentauros (o filho de Íxion e Nefele) e algumas éguas magnésias, ou de Apolo e Hebe. Conta-se que Íxion planejava manter relações sexuais com Hera, mas Zeus, seu marido, evitou-o modelando uma nuvem (nefele, em grego) com a forma de Hera. Posto que Íxion é normalmente considerado o ancestral dos centauros, pode se fazer referência a eles poeticamente como Ixiônidas.
• Os filhos de Filira e Cronos, dentre os quais o mais célebre era Quíron, amigo de Héracles, representavam, ao contrário, a força aliada à bondade, a serviço dos bons combates.

Os centauros são muito conhecidos pela luta que mantiveram com os Lápitas, provocada pelo seu intento de raptar Hipodâmia no dia da sua boda com Pirítoo, rei dos Lápitas e também filho de Íxion. A discussão entre estes primos é uma metáfora do conflito entre os baixos instintos e o comportamento civilizado na humanidade. Teseu, herói e fundador de cidades, que estava presente, inclinou a balança para o lado da ordem certa das coisas e ajudou Pirítoo. Os centauros foram expulsos da Tessália e foram habitar o Épiro. Mais tarde, Héracles (Hércules) exterminou quase todos.3 4 5 6
Cenas da batalha entre os Lápitas e os centauros foram esculpidas em baixos relevos no friso do Partenão, que estava dedicado à deusa da sabedoria, Atena.

Manticora é uma criatura mitológica, semelhante às quimeras, com cabeça de homem, três afiadas fileiras de dentes de tubarão e com voz trovejante - e corpo de leão(geralmente, com pêlo ruivo),olhos de cores diferentes e cauda de escorpião ou de dragão com a qual pode disparar espinhos venenosos, que matam qualquer ser, exceto o elefante. Em algumas descrições, aparece com asas de Dragão ou Morcego, variando as descrições, no que diz respeito às suas dimensões: pode ter desde o tamanho de um leão até o tamanho de um cavalo.

Originária da mitologia persa, onde era apresentada como um monstro antropófago, o termo que a identifica tem também origem na língua persa: de martiya (homem) ekhvar (comer). A palavra foi depois usada pelos gregos, na forma Mantikhoras, que deu origem ao latim Mantichora. A figura passou a ser referida na Europa através dos relatos de Ctésias de Cnido, um médico grego da corte do Rei Artaxerxes II, no século IV a.C., nas suas notas sobre a Índia ("Indika"). Esta obra, muito utilizada pelos escritores gregos de História Natural, não sobreviveu até a atualidade. Plínio, o Velho incluiu-a na sua História Natural. Mais tarde, o escritor grego Flávio Filóstratomencionou-a em sua obra Vida de Apolônio de Tiana (livro III, capitulo XLV). existentes, com uma pele que repele quase todos os feitiços conhecidos. Segundo algumas lendas, as manticoras surgiram quando um rei foi amaldiçoado e se transformou em manticora. Aparentemente estas criaturas foram inspiradas em tigres.

Até hoje, muitas histórias de pessoas desaparecidas na Índia são ligadas às Manticoras. Hoje sabemos que, na verdade, os responsáveis pelos desaparecimentos eram os tigres. A manticora é famosa por cantarolar baixinho enquanto come sua presa afim de distrai-la e/ou amedronta-la.

Fonte: https://pt.wikipedia.org/

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Seres Mágicos da Natureza - O Unicórnio e o Pégasus


O UNICÓRNIO


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O Unicórnio, igualmente chamado de licórnio, é um ser mitológico, normalmente branco-puro quando é adulto, mas dourado em sua fase de potrinho, e prateado durante a adolescência, com um único chifre posicionado em sua cabeça como uma espiral. Ele vive geralmente nas florestas do norte da Europa, segundo as narrativas da mitologia.

Estas entidades fantásticas são doces, mansas, puras, facilmente seduzidas por mulheres virgens, mais aptas a tocá-las. São, por esse motivo, adotadas pela iconografia do Cristianismo como símbolos da Virgem Maria, quando esta religião assume o dogma da virgindade da mãe de Jesus.
Supostamente seu chifre, o sangue e o pelo têm poderes mágicos. Em um dos episódios de Harry Potter, de J. K. Rowlling, o sangue deste ser puro é consumido por Voldermort, o vilão da obra, para preservar sua vida, mas o ato de matar um ente tão inocente o converte em um morto-vivo.
Normalmente ele não convive com o Homem, mas se submete sem maiores problemas diante de uma mulher, especialmente se ela for virgem, chegando a se refugiar em seu colo, quando então pode ser facilmente capturado. Criptozoologistas – especialistas que investigam relatos da aparição de animais normalmente pertencentes ao universo das lendas e dos mitos - registram o aparecimento de unicórnios pelas várias regiões do Planeta, particularmente na Índia, sua terra natal.
A temática dos unicórnios está incessantemente presente na arte durante o período medieval e também na era renascentista. É difícil atribuir a estas criaturas um sentido definido e único. O nascimento deste mito é impreciso, nenhum estudioso alcançou ainda a dimensão de sua origem. Ele é encontrado nas bandeiras dos imperadores da China, na descrição biográfica de Confúcio; na esfera ocidental o unicórnio integra as compilações de seres fantásticos coletados na época de Alexandre, e também as bibliotecas e produções artísticas do Helenismo.
Em um livro grego intitulado Physiologus, pertencente ao século V d.C., esta criatura pura é associada explicitamente ao evento supostamente milagroso da Encarnação de Deus através do ventre imaculado de Maria. Já nesta época, portanto, ele era diretamente ligado à virgindade da mãe de Jesus.
Figurações leigas do unicórnio podem ser vistas em tapeçarias encontradas no Norte da Europa e em caixas fabricadas com madeira e ricamente adornadas – os cassoni -, que integravam o enxoval das noivas italianas nos séculos XV e XVI.
Esta imagem também é encontrada na heráldica – arte de descrever brasões de armas ou escudos -, por exemplo, no brasão d’armas do Canadá, da Escócia e do Reino Unido.

Pégasus:




O grande corcel alado do herói grego Belerofonte nasceu do sangue de Medusa e transportou o raio de Zeus. Pégaso simboliza a velocidade e as tempestades.

Cavalos-alados são equinos dotados de asas. Seres imaginários que habitam as lendas e mitos gregos e romanos. São vistos como animais de coração puro e de grande poder de destruição.

O cavalo comum é um símbolo tradicional do desejo carnal. Os centauros, metade homens, metade cavalos, são monstros que representam a identificação do ser humano aos instintos animalescos.
O cavalo alado, ao contrário, é símbolo da sublimação e da imaginação criadora.
Pégaso, segundo a mitologia grega, nasceu do sangue da Medusa, após ser esta decapitada por Perseu.
Atena domesticou o cavalo alado e ofereceu-o ao herói grego Belerofonte, para que combatesse a Quimera.
Com ele, Belerofonte tentou aproximar-se do Olimpo, mas Zeus fez com que Pégaso corcoveasse, provocando a queda do cavaleiro, que morreu. Transformado em constelação, o cavalo passou desde então ao serviço de Zeus.
Pégaso vivia no Parnaso, no Hélicon, no Pindo e na Piéria, lugares freqüentados pelas Musas, filhas de Zeus e Mnemósine, e onde o cavalo alado costumava pastar. Com um de seus coices, fez nascer a fonte de Hipocrene, que se acreditava ser a fonte de inspiração dos poetas. Na literatura clássica há numerosas alusões às fontes de inspiração.
A história de Pégaso tornou-se um dos temas preferidos da literatura e das artes plásticas gregas.


A significação simbólica de Pégaso deve levar em conta essa relação: fecundidade-elevação, que poderia servir de eixo à interpretação do mito. Nuvem portadora da água fecunda.
Pégaso aparece assim como o símbolo da imaginação sublimada.. . a imaginação objetivada, que eleva o homem às regiões sublimes.
Encontram-se unidos nessa interpretação os dois sentidos da fonte e das asas: a criatividade espiritual.
Ele se transformou correntemente no símbolo da inspiração poética. Meu Pégaso, diz Heinrich Heine, não obedece senão a seu capricho, seja no galope, seja no trote, ou no vôo ao reino das fábulas. Não é uma égua virtuosa e útil da estrebaria burguesa, menos ainda um cavalo de batalha que sabe bater a poeira e relinchar pateticamente no combate dos partidos. Não! os pés de meu corcel alado são ferrados com ouro, suas rédeas são colares de pérolas e eu as deixo flutuar alegremente.

Fonte http://www.infoescola.com/mitologia/unicornio/http://mitologiagrega14.blogspot.com.br/2011/10/pegasus-o-cavalo-alado-criatura.html

Seres Mágicos da Natureza - Dríades


DRÍADES


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Dentro de cada árvore mora um espírito protetor, que tem a forma de uma linda mulher. São as Dríades, também conhecidas por Driadas da floresta; e que, com todo carinho, cuidam de suas árvores e jamais saem de perto delas, algumas árvores contém Driades masculinos, mas quase em toda nomenclatura encontramos no seu modo feminino.

Quando uma pessoa planta uma árvore, ganha para sempre a amizade da dríade que nasce junto com ela.

Para proteger suas árvores, as dríades costumam amedrontar os lenhadores transformando-se em monstros e outros animais assustadores. É por isso que, antigamente, as pessoas pensavam que algumas florestas estavam cheias de assombrações.

A Dríade é um ser da natureza que tem sua alma contida em uma árvore muito antiga. Alguns dizem que certos Druidas teriam sangue de Dríade, ou melhor, seiva.
A Dríade na mitologia grega, era uma ninfa associada aos carvalhos. . A palavra dríade era também usada num sentido geral para as ninfas que viviam na floresta.
As ninfas de outras árvores são chamadas de hamadríade.
Inicialmente eram o mesmo, mas uma tradição tardia estabeleceu uma distinção: as dríades podem andar livremente pela floresta, enquanto as hamadríades estão permanentemente ligadas às suas árvores.

Características

As Dríades se apresentavam com o corpo de árvore, cabelos de folhas verdes e seios volumosos. Seus olhos eram dourados e suas vozes eram muito harmoniosas, como o rufar das folhas das árvores. Adoravam a música e a dança. Devido serem jovens e bonitas, eram constantemente cortejadas por Apolo.

Determinadas árvores eram habitadas pelas Hammadríades que não podiam sair de dentro delas. Eram humanas só da cintura para cima, pois da cintura para baixo, seu corpo fundia-se com o da árvore, fazendo parte de suas raízes.

Dríades são criaturas diferentes, uma raça calma e serena.
Os dríades vivem em florestas, eles se sacrificam para protegê-la de qualquer ameaça.



Os dríades da floresta:

São os mais comuns, nascem junto com uma árvore, assim que a semente é enterrada o dríade se forma no interior desta semente dividindo espaço com a árvore, ambos ainda minúsculos. Quando a árvore cresce o dríade sai de seu interior pelas raízes. Apesar de muito conhecidos, é raro um dríade nascer, pois as árvores precisam estar muito grandes e velhas para o dríade sair de seu interior e na maioria das vezes estas árvores morrem antes que a formação do dríade em seu interior esteja completa.
A aparência dos dríades da floresta é estranha, a pele é de madeira, linhas e curvas por toda parte, orelhas longas e pontudas, no lugar do cabelo existe vários galhos finos com algumas folhas verdes, os olhos são finos e puxados, geralmente negros. As pernas são como as de um sátiro.

Os Dríades Negros:
Tem a aparência de um dríade da floresta, mas sua pele não é como o tronco de uma árvore seca e morta, possuem orelhas longas e pontudas, os dedos longos e com garras afiadas, enquanto ao resto e como um dríade da floresta. Na cabeça, no lugar do cabelo existem galhos secos e espinhosos e cipós presos por todo o corpo como correntes. Mas os dríades negros têm uma habilidade interessante, eles são metamorfos podendo então transformar-se no que bem quiserem. Os dríades negros nascem das cinzas de um árvore, formado pelas próprias cinzas da árvore e não costumam proteger a natureza como os dríades da floresta, os dríades negros são hostis e gostam de ficar sozinhos.

Os Dríades das grutas:

São os mais perigosos, mas não porque querem, sua pele é altamente venenosa, sua pele é formada por duas camadas, a primeira camada de sua pele são vários blocos de pedra e a segunda são fungos e lodo que cobrem os blocos de pedra. Os dríades das grutas são pequenos, tendo no máximo 1 metro. Eles são extremamente raros, sua formação dura milênios, pois são formados lentamente pelos fungos e o lodo que existe nas rochas no interior de uma gruta escura. Podem viver por milênios, ao contrário dos outros dríades que não passam dos 300 anos.

Os Dríades das águas:
São na maioria das vezes belíssimas mulheres, raramente encontram-se um dríade aquático homem. Eles são como humanos, mas vivem debaixo da água como peixes, suas roupas são grandes mantos de seda, um simples olhar dos dríades da água pode causar ilusões e até mesmo a morte. A origem de um dríade das águas é desconhecida.

DRÍADES-ENTRE OS CELTAS

Dríades eram conhecidas em todas as regiões celtas. Os celtas acreditavam que fossem espíritos que habitavam as árvores, em especial os carvalhos.
Os druidas as contatavam para obter inspiração.

Bolotas de carvalho eram conhecidas como "Ovos de Serpente" e utilizadas em encantamentos.

A vida de algumas destas pequenas ninfas, como já falamos, estava sempre ligada à árvore onde haviam nascido, a qual cuidam durante toda a sua vida e morriam se ela morresse. A maioria dos humanos pensa equivocadamente que nada acontece ao se talhar um árvore, arrancar-lhe folhas queimá-la ou cortá-la.

Mas se cortarmos uma árvore em que habita uma Hammadríade, agora sabemos que estamos matando-a. Contam os druidas que quando um carvalho era cortado, soltava gritos e gemidos de dor que podiam ser ouvidos a mais de um quilômetro de distância. Observações semelhantes já foram registradas em outras partes do mundo.


DRÍADES-ENTRE OS GREGOS



Os deuses da mitologia grega protegiam estes seres pequenos, para que nada se atrevesse matá-las, castigando fortemente todo aquele que destruísse as árvores. Deste modo, aprenderam os gregos a respeitar a natureza.

Os gregos e os romanos tomavam muito cuidado para não contrariar as ninfas. Grutas, riachos e toda a área florestada eram tratados com respeito, pois nunca se sabia se a ninfa daquela área se ofenderia.

As ninfas eram as companheira se Fauno e Pã, os quais eram capazes de instigar o pânico e o horror sobrenaturais em qualquer agressor. Mas aqui é uma outra história......

Nossa palavra "pânico" vem da habilidade de Pã em incitar o pânico.
Na história religiosa o culto das árvores esteve um papel importante. Nada podia ser mais natural, pois, no alvorecer da história, a Europa estava coberta de imensas florestas primevas, onde as clareiras esparsas devem ter parecido pequenas ilhas em um oceano verde.

As Dríades seriam reminiscências da era matrilinear, cuja divindade primordial era aTerra-Mãe, enquanto a mulher seria a figura religiosa central. Nesse caso, as ninfas, divindades secundárias, poderiam ser consideradas uma extensão da própria energia telúrica, a saber, divindades menores que representam Gáia, a grande Mãe Terra em sua união coma água, elemento úmido e fecundante.

Abraçar a uma árvore é o mesmo que abraçar uma dríade,mas peça licença para trocar energia, antes e sempre, e a energia e a paz que você poderá obter através desse ato tão simples vale a pena por maior que seja a insegurança que possa você sentir inicialmente. Quando a árvore entrar em decadência e morrer, a dríade passará ao Outro Mundo, enquanto que os restos da madeira voltarão ao bem-estar e a paz da terra.

Fonte: http://caillean333.blogspot.com.br/2014/06/driades-no-mundo-dos-elementais.html

Seres Mágicos da Natureza - Fadas


FADAS


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A fada é um ser mitológico, característico dos mitos célticos, anglo-saxões, germânicos e nórdicos.

O primeiro autor que mencionou as fadas foi Pompônio Mela, um geógrafo que viveu durante o século I d.c. As fadas não são o feminino dos elfos. Levando em conta que esse mito surgiu pelo fato de a Deusa Grian a rainha dos elfos, e a Deusa Aine a rainha das fadas serem irmãs. Mas elas nunca se encontravam, Grian e Aine alternavam-se na regência do ciclo solar na Roda do Ano, trocando de lugar a cada solstício. Sendo assim elfos e fadas não tem nenhum contato direto.

É usado o termo "Fada" tanto para fadas do sexo masculino, quanto para fadas do sexo feminino. O termo incorporou-se a cultura ocidental a partir dos assim chamados "contos de fadas". Nesse tipo de história, a fada é representada de forma semelhante a versão clássica dos elfos de J.R.R. Tolkien, porém apresentando asas de libélula as costas e utilizando-se de uma "varinha de condão" para realizar encantamentos.
Dependendo da obra em que aparece, a fada pode ser retratada em estatura de uma mulher normal ou diminuta. No primeiro caso, temos a fada de Cinderela. Como exemplo da segunda representação podemos citar "Sininho", do clássico infantil "Peter Pan", de J. M. Barrie.

O escritor e folclorista inglês Joseph Ritson, na sua dissertação 'On Faries', definiu as fadas como uma espécie de seres parcialmente materiais, parcialmente espirituais, com o poder de mudarem a sua aparência e de, conforme a sua vontade, serem visíveis ou invisíveis para os seres humanos.

Sídhe, sìth ou sidh é uma palavra irlandesa e escocesa que se referia inicialmente a colinotas ou montes de terra, os quais se imaginava como o lar de um povo sobrenatural vinculado às fadas e elfos de outras tradições, e posteriormente, a estes próprios habitantes. Dos Sídhe acreditava-se serem os ancestrais, os espíritos da natureza ou as próprias divindades.

Posteriormente, muitos passaram a encarar os Sídhe como uma versão literária dos Tuatha Dé Danann (os deuses e heróis divinizados da mitologia irlandesa). Na crença e prática popular, os Sídhe são freqüentemente reverenciados com oferendas e toma-se cuidado para que eles não fiquem irados. Deles usualmente se fala através de eufemismos como "Os Bons Vizinhos", "O Povo das Fadas", "Os Nobres" ou simplesmente, "O Povo", na esperança de que se os humanos os considerarem gentis, provavelmente eles assim o serão. Nesta acepção, os nomes mais comuns para eles são Aes Sídhe, Daoine Sídhe e Duine Sìth, os quais significam, literalmente, "Povo de Paz".

Banshee ou bean sídhe, significa simplesmente "mulher dos Sídhe". Todavia, a expressão passou a indicar especificamente as mulheres sobrenaturais da Irlanda que anunciam uma morte iminente com seus gritos e lamentos. Sua contraparte na mitologia escocesa é a Bean Nighe – a lavadeira que é vista lavando as vestes ou a armadura ensanguentada da pessoa fadada a morrer. Outros nomes comuns são "Leanan sídhe" - a "fada amante"; o Cait Sidhe – um gato encantado e o Cu Sith – cão encantado. Os "sluagh sídhe – "a hoste das fadas" – são algumas vezes representados no folclore irlandês e escocês como espíritos que se movem pelo ar como bandos de pássaros. São de natureza desagradável e talvez representem os mortos amaldiçoados, maléficos ou sem descanso.

Sídhe são por vezes vistos como ferozes guardiães de suas moradas – sejam elas uma colina encantada, um círculo das fadas, uma árvore especial (freqüentemente um pilriteiro), ou talvez um loch (lago) em particular ou uma floresta.

O Outro Mundo celta é visto como estando próximo do momento do crepúsculo e da aurora, por isso é visto como um momento especial para os Sídhe, bem como para festivais como o Samhain e do Midsummer. Os Sídhe são geralmente descritos como estonteantemente belos, embora possam também ser terríveis e asquerosos.

Algumas fontes descrevem os Sídhe como remanescentes dos Tuatha Dé Danann ("povo da deusa Danu"), que abandonaram a Irlanda para viver no Outro Mundo depois de terem sido derrotados pelosMilesianos. De acordo com o Lebor Gabála Érenn (O Livro das Invasões), os Tuatha Dé Danann (também "Daoine Sídhe"), foram derrotados em batalha pelos Filhos de Míl Espáine, meros mortais. Como parte dos termos de rendição, os Tuatha Dé Danann concordaram em residir no subsolo, em síde (singular síd), as colinotas ou montes que pontilham a paisagem irlandesa. A cada líder de uma das tribos dos Tuatha De Danaan, foi dado um monte. Posteriormente, devido a corrupção do significado, tanto os montes quanto as entidades sobrenaturais se tornaram conhecidas pela mesma palavra: síd; com a mudança da língua através dos tempos, tornou-se sídhe, sìth e sí.

Fonte: Wikipedia

Veja no link abaixo uma suposta filmagem de fadas reais feita por uma câmera de segurança no Minuto 1:21: https://www.youtube.com/watch?v=CR9Jbqp1xCE

Fonte: http://www.caminhosdeluz.org/A-123B.htm

Seres Mágicos da Natureza - Salamandras - Elementais do Fogo

SALAMANDRAS


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As salamandras são anfíbios de corpo delgado, cauda longa e pernas curtas. A lenda sobre sua conexão com o fogo parece ter-se originado da tendência de muitas salamandras a hibernar dentro de troncos apodrecidos. Quando esses troncos são usados como lenha e postos ao fogo, a salamandra tenta escapar(como testemunhou o artista italiano Benvenuto Cellini em sua autobiografia), o que leva à crença de que foi criada pelas.
Sua pele úmida e a secreção leitosa que produz quando ameaçada também alimentaram a idéia de que fosse imune ao fogo. Essa secreção, que visa espantar predadores, é tóxica.

Nos bestiários medievais, as salamandras foram descritas de muitas maneiras fantasiosas, incluindo "uma criatura semelhante a um sátiro dentro de uma tina circular" (século VIII), "um verme entrando nas chamas" (século XII), "um cão com asas" (século XIII) e "um passarinho em chamas" (século XIII). As representações renascentistas aderiram mais de perto à descrição clássica de Plínio.

Viajantes europeus no Oriente, principalmente na China, viram roupas imunes ao fogo, supostamente feitas de pelo ou lã de salamandra. Marco Polo, porém, acreditava que, na verdade, tratava-se de uma substância incombustível encontrada na terra - provavelmente fibras de amianto. Outros, porém, consideraram-na um tipo de seda.

Em uma carta forjada no século XII como sendo do legendário Prestes João dizia que seus domínios havia salamandras que viviam no fogo e faziam casulos, dos quais as mulheres da corte teciam roupas que, para serem limpas, eram jogadas às chamas.

Na heráldica medieval, a salamandra foi representada como algo parecido com um cão de pernas curtas, rodeado de fogo. Mais recentemente, tem sido representada como um lagarto ou uma salamandra propriamente dita, mas ainda entre chamas e, às vezes, também as vomitando.
Simbolicamente, representa a fé duradoura que triunfa sobre os fogos da paixão. Também é um emblema tradicional dos ferreiros e aparece em brasões de cidades para representar a metalurgia e a siderurgia locais. Algumas companhias de seguros também usam a salamandra, referindo-se à sua suposta capacidade de combater o fogo. Metaforicamente, refere-se à mulher que vive castamente em meio às tentações e ao soldado que se expõe ao fogo da batalha.
Fonte: http://pt.fantasia.wikia.com/wiki/Salamandra



Seres Mágicos da Natureza - Silfos - Elementais do Ar


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Os Silfos (ou Sílfides) são um dos quatro seres elementais, os que controlam os poderes do ar. São comumente associados as fadas ou até mesmo os anjos. Estes seres possuem uma alta e sensível capacidade intelectual, com a qual inspiram a imaginação dos homens.

Embora a crença mais difundida seja a de que os silfos vivem entre as nuvens e nas correntes de ar, o seu verdadeiro lar é o topo das montanhas.
Segundo os antigos, o trabalho dos silfos é modelar os cristais de gelo, formar os flocos de neve, reunir as nuvens. Nestas tarefas, são auxiliados pelas Ondinas (os elementais da água), que complementam os compostos. Os ventos são considerados pelos antigos como os próprios espíritos do ar em ação. Os silfos são os elementais mais elevados porque seu elemento nativo é o que possui a mais elevada freqüência de vibração. Vivem centenas de anos, até mil anos, e jamais desenvolvem sinais de velhice.

Características
O temperamento dos silfos é alegre, volúvel e excêntrico. Eles possuem visão, audição, olfato e outros sentidos muito apurados. Apesar de serem seres sexuados, eles não são capazes de se reproduzir (apesar de haverem controvérsias quanto a essa afirmação), e seu ambiente é de grande perfeição; o ar é o elemento mais puro dentre os 4 elementais.

Eventualmente, os silfos assumem forma humana, porém, por breves períodos de tempo. O tamanho varia mas, na maioria dos casos, os espíritos do ar não são maiores que um ser humano; freqüentemente, são menores.

Acredita-se que tanto os silfos quanto as salamandras e as ninfas têm íntima relação com os antigos oráculos; que eram deles as vozes muitas vezes vindas do céu ou das profundezas da terra.

Existem relatos de que os silfos já aceitaram seres humanos em suas comunidades, permitindo que vivessem ali por algum tempo.

Para alguns, as Musas Gregas poderiam ser sílfides, que se aproximam da mente durante o sono de poetas e artistas, inspirando-os com o seu profundo conhecimento das belezas e prodígios da Natureza.

Em termos místicos, estes seres alados são tão rápidos quanto o pensamento e trazem mensagem dos Deuses. Eles representam também a liberdade espiritual. De acordo com a Alquimia, os silfos apresentam a mesma forma volátil do mercúrio, ou uma forma terrena de energia lunar: nem sólida, nem totalmente fluídica.
Sílfides

Sílfide é o nome designado de modo genérico as fadas do ar. A existência dessas fadas data do princípio dos tempos. Na mitologia grega já as conhecia e temiam, e as consideravam Senhoras do Ar e dos Ventos.

A palavra "sílfide", como conhecemos atualmente, vem do latim "sylfiorum", silfo, gênio, espírito elemental do ar, e por derivação de "silfo" se criou a forma "sílfide", ninfa do ar. Como todos os elementos da natureza, a relação entre seu estado de ânimo e como se manifestam é muito direta. Enquanto são uns seres doces e delicados, outros são irritados e responsáveis pelos ventos fortes, vendavais e furacões.

São elas que controlam o vento e delas dependem muitos fenômenos naturais: como o deslocamento das nuvens que provocam as chuvas e as tormentas; intervêm no movimento das águas, em maremotos; na primavera são fundamentais para a polinização, transportando pelo ar o pólen das flores e ainda com todos os fenômenos relacionados com o ar como a brisa, ciclones, etc.

As sílfides são responsáveis pela purificação do ar e por manterem a pressão atmosférica. Esse trabalho é percebido nas mudanças alquímicas do tempo e ciclos de fotossíntese e precipitação. Esses seres são mestres, que expandem e contraem seus corpos de ar de níveis microcósmicos à macrocósmicos. Eles nos ajudam a conservar e desenvolver corpo e mente e estimulam a inspiração e a criatividade. Trabalham ainda, para elevar nossos pensamentos e inteligência, equilibrando o uso conjunto das faculdades racionais e intuitivas. Elas proporcionam rapidez mental, agilidade de idéias e tornam possível a telepatia.

Nas culturas ao redor do mundo



Todas as tormentas e ventos estão associados aos seres do ar, desde a mais suave brisa, generalizada como um suspiro na Ilha de Man (Irlanda), até os grandes e destrutivos poderes das Monções Árabes, causadas pelo furioso Jinn. Em diferentes relatos folclóricos, desde os desertos árabes até a América do Norte e as Ilhas Britânicas, há referências que os tornados seriam produto de uma horda de espíritos feéricos enfurecidos.

Na Lituânia, uma fada do ar chamada Vejopatis é a mestra criadora dos ventos gelados carregados de água e neve. Na Finlândia, o antigo Ukko é o responsável pelos fenômenos climáticos, comandando os ventos e a chuva, as nevoas, as tempestades, os raios e os relâmpagos, tudo com um só movimento de suas gélidas mãos. Aqui na América, os espíritos dos ventos e os pontos cardeais são invocados em inúmeras práticas xamânicas. Ga-Ho, um benevolente manipulador de ventos, propicia e tranqüiliza as correntes de ar para facilitar a vida dos homens das Montanhas.

Na mitologia grega encontramos a harpia, como a primeiras criatura alada descrita como desapiedada, cruel e violenta. Seu aspecto é horrendo e raptava pessoas e as torturava à caminho do Tártaro. As vezes era representada sobre as tumbas, apoderando-se do espírito do morto. As harpias personificavam os ventos violentos e as tempestades capazes de arrastar os homens para as mansões subterrâneas.

A Fylgiar é uma pequena fada do ar que acompanha alguns homens durante toda a sua vida. Estas fadas aéreas, só podem ser vistas pela pessoa a qual protegem. São pertencentes a ampla mitologia nórdica e ensinam o caminho de Valhalla, o Salão dos Mortos escolhidos, onde permanecem junto de seu protegido, até que esse se sinta confortável com sua nova condição.

Tais fadas são oriundas da Islândia, uma ilha situada no atlântico norte, entre a Noruega e a Groelândia, onde segundo dizem, cada vez que uma criança islandesa nasce e escuta-se um grasnido, ela será especial e terá durante toda a sua vida a companhia de uma fada, uma presença conhecida pelo nome de Fylgiar.

Fonte: http://portal-dos-mitos.blogspot.com.br/…/silfos-silfides.h…

Seres Mágicos da Natureza - Ondinas - Elementais da Água


ONDINAS


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Os elementais das águas são as ondinas, sereias e ninfas (tritons, naiades).

Ondinas - Vivem nos riachos, nas fontes, no orvalho das folhas sobre as águas e nos musgos. São reconhecidos por terem o poder de retirar das águas a energia suficiente p/ a sua luminosidade, o que permite ao homem, por muitas vezes, percebê-los em forma de um leve "facho de luz".

Sereias - São elementais conhecidos como metade mulher e metade peixe, delicados e sutis, com o poder de encantar e hipnotizar o homem com seu canto.

Ninfas - São elementais que se assemelham às ondinas, porém um pouco menores e de água doce. Apresentam-se geralmente com tons azulados, e como as ondinas maiores, emitem suas vibrações através de sua luminosidade. A diferença básica entre uma e outra, encontra-se na docilidade e beleza das ninfas, que parecem "voar" levitando sobre as águas em um balé singular.

Assim como os gnomos estão limitados em sua função aos Elementos da terra, as Ondinas, os elementais da água, funcionam na essência invisível e espiritual chamada éter úmido. A beleza parece ser uma característica comum dos espíritos da água. Onde quer que as encontremos representadas na arte e na escultura, são sempre cheias de graça e simetria.

Controlando o elemento água - que sempre foi um símbolo feminino – é natural que os espíritos da água sejam com mais freqüência simbolizados como fêmeas. Existem muitos grupos de Ondinas. Algumas habitam cataratas, onde podem ser vistas entre os vapores; algumas, vivem nos riachos, nas fontes, no orvalho das folhas sobre as águas e nos musgos; outras tem o seu habitat nos pântanos, charcos e brejos, entretanto outras, ainda, vivem em claros lagos de montanha. Em geral quase todas as ondinas se parecem com seres humanos na forma e tamanho, embora aquelas que habitam os rios e fontes tenham proporções menores. Normalmente elas vivem em cavernas de corais ou nos juncais à margem dos rios ou das praias.

As Ondinas servem e amam sua rainha, Necksa. Elas são antes de tudo seres emocionais, amigáveis para com a vida humana e que gostam de servir à humanidade. Às vezes são representadas cavalgando golfinhos marinhos e outros peixes grandes, e parecem ter um amor especial pelas flores e plantas, às quais servem de maneira tão devotada e inteligente quanto os gnomos.

Os antigos poetas diziam que as canções das ondinas eram ouvidas no vento oeste e que sua vidas eram consagradas ao embelezamento da Terra material.

Fonte: http://www.caminhosdeluz.org/A-123B.htm