segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Astrologia

ASTROLOGIA E ORIENTAÇÃO VOCACIONAL



Pode a Astrologia ajudar os jovens a decidirem qual profissão seguir, ou mesmo auxiliar os indecisos a descobrirem uma vocação?


“Eu preferiria que Summerhill produzisse um limpador de ruas feliz do que um primeiro-ministro neurótico.”
AS Neill, fundador do colégio inglês Summerhill
cujos métodos de ensino são considerados polêmicos e revolucionários
O Poder de uma Escolha

Todos os anos, milhões de jovens em todo o planeta experimentam a aflitiva inquietação de ter de escolher a profissão com a qual, em tese, deverão ser capazes de sustentarem a si próprios – e posteriormente às suas famílias – e ocupar digna e competentemente seu lugar na sociedade.
A angústia dessa (in)decisão – e uma eventual escolha apressada ou equivocada – acaba por levar muitos à antítese desse ideal de realização pessoal e benefício à coletividade: após um período que pode variar de 3 a 8 anos, o jovem passa a “representar” seu papel na sociedade.
Representar mesmo, como um ator, comparecendo todos os dias ao “palco” do seu ambiente de trabalho onde repetirá, pela milionésima vez, as falas que já decorou desde antes do término da faculdade, durante os períodos de estágio: “Pois não, em que posso ajudá-lo?”, “A senhora gostaria de ver algum outro modelo?”, “Permita-me explicar as vantagens do nosso sistema...”, “Aonde dói?”... Frases ditas num tom monocromático, faladas por um ser apático que mais parece um zumbi acionado à distância por controle remoto. Quando não há nenhum cliente em potencial por perto, então ele começa a sonhar com o que faria da vida se ganhasse na loteria e não precisasse mais trabalhar...
Muitos julgam que os baixos salários causam a desmotivação, mas se fosse somente por isso não existiria máfia, corrupção e atendimento ruim em países ricos, e todos sabemos que isso não é exclusividade do 3º mundo. Uma pessoa que AMA o que faz, o faz bem feito, se preocupa com o que os outros pensam a respeito do seu desempenho, está sempre procurando aperfeiçoá-lo e, ainda que ganhasse na loteria, continuaria fazendo o mesmo trabalho, pois a necessidade financeira não é a única coisa que a move. Se assim não fosse, não existiriam bons professores em escolas pública – melhor dizendo, não existiriam bons professores em lugar algum.

Realidade ou Fraude

A esta altura torna-se bastante claro que a escolha acertada da profissão é um fator decisivo para a felicidade do ser humano. Como alternativa e/ou complemento dos testes de orientação vocacional padrões, existe a Astrologia Vocacional – a meu ver a aplicação mais efetiva, inspiradora e honrosa da Astrologia, no sentido de auxiliar uma humanidade cada vez mais perdida em si mesma a (re)definir metas, caminhos e objetivos.
Para a Astrologia as pessoas não são iguais. Talvez por isso, numa época em que a palavra de ordem é democracia, ela seja tão combatida, mesmo oferecendo explicações muito mais abrangentes do que a Ciência e a Psicologia, sempre lacônicas e falhas quando se trata de explicar o comportamento humano na sua totalidade e variedade de nuances. E embora ambas a repudiem, a Astrologia tem se servido tanto de uma de uma quanto da outra, para comprovar suas teses.
A Astrologia não vai contra a Ciência, muito embora não possa ser totalmente explicada por ela, pois metade da Astrologia é cálculo, geometria – cujos métodos muitas vezes a Astronomia e a Física discordam – e metade é analogia simbólica, baseada numa sabedoria tão ou mais antiga do que o homem, que se utiliza da Mitologia para ser melhor compreendida. O bom astrólogo precisa ser, portanto, meio cientista e meio psicólogo, bastante sério e um tanto louco, pois a compreensão da intrincada dança dos astros “fotografada” no momento do nascimento de alguém – o que um mapa astral é – requer uma boa dose de ousadia e poesia, além de conhecimento teórico e prático, para ser interpretada. Há divergências entre os próprios astrólogos quanto a classificá-la como Ciência ou como Arte.

Mitos e Verdades sobre a Astrologia

Primeiro é preciso distinguir a astrologia das massas da Astrologia verdadeira. O horóscopo de jornais e da maioria das revistas que seduz multidões, principalmente entre adolescentes, é um péssimo garoto-propaganda que, infelizmente, acaba por se tornar a referência na cabeça das pessoas e do que elas entendem como sendo Astrologia (você achou mesmo que era a isso que Newton, Kepler e Galileu se dedicaram? Pode imagine Copérnico procurando nos céus, com um telescópio, a constelação X, para saber como seria seu horóscopo naquele dia?). Copérnico, que redescobriu a teoria do heliocentrismo, Tycho Brahe (médico, astrônomo e estudioso de ótica em Copenhague), astrólogo do rei da Hungria, Galileu, Kepler e Newton, o matemático, entre muitos outros cientistas de renome, dedicaram-se à Astrologia. Sobre este último, reza a lenda que teria respondido a Halley (o descobridor do cometa que leva seu nome), então seu professor, que criticava-o severamente por “perder tempo com essas bobagens e crendices”:
- “Eu a estudei, o senhor não”.
Os motivos pelos quais a vulgarização da Astrologia ocorre são os mesmos que levam sites a venderem mapas astrais a preços irrisórios por razões comerciais. É ridículo sequer imaginar que a humanidade possa ser dividida em somente 12 tipos de personalidades (os 12 signos do zodíaco). Qualquer um conhece alguém do seu próprio signo com quem não tem afinidade alguma. O mínimo de informações necessárias para se poder falar algo, ainda muito por cima, sobre a personalidade de alguém, requer as posições do Sol, Lua e Ascendente (o signo onde o Sol estava no horário do nascimento do indivíduo) em suas respectivas casas ou domicílios. Faça as contas para ter uma idéia do número de variáveis possíveis: {[12 x (12x12)] x [12 x (12x12)] x [12 x (12x12)]}e obteremos....... 5 159 780 352!
Para uma análise mais completa levam-se em conta 10 planetas, 4 asteróides, 12 signos e 12 casas (posições que os signos e planetas podem ocupar), isso sem falar nas conjunções, quadraturas, oposições... enfim, aspectos que os planetas formam entre si que possuem forte influência na vida de uma pessoa. Faça as contas novamente para ver o número de possibilidades combinatórias.
Em tempo: mesmo que duas pessoas tenham as mesmas “coordenadas astrais”, de modo algum isso significa que suas vidas sejam idênticas. Um caso clássico do que chamamos em Astrologia de “gêmeos astrais” seria o do rei George III da Inglaterra e do filho de um vendedor de ferro velho, ambos nascidos às 07h30 do dia 04 de junho de 1738, em Londres. No dia em que George III foi coroado, seu gêmeo astral assumiu sua loja como patrão; casaram-se no mesmo mês; ambos eram jogadores: um no Derby e outro nas corridas de cães; no dia em que o rei levou um coice de seu cavalo puro-sangue, o ferreiro levou de seu burro; tiveram o mesmo número de filhos – que nasceram mais ou menos na mesma época – e morreram no mesmo dia.


Assim Acima como Abaixo

Esse axioma esotérico traduz a essência da Astrologia: a posição aparente dos astros nos céus tem correspondência com o que acontece na Terra e na vida dos seres expostos às energias acionadas por aquele determinado posicionamento. Interpretar as implicações dessas relações e traduzi-las para uma linguagem compreensível ao leigo é o que faz ao astrólogo.
Agora responda sinceramente: quanto tempo leva para se analisar cuidadosamente todos esses fatores? Quanto pode custar um serviço como esse? Tal meticulosidade de detalhes e seu valor está adequada à rapidez e preço de mercado exigidos pelo comércio via internet dos tempos atuais? A internet não quer saber quem você é, apenas quanto pode pagar. A Cyber-Astrologia não tem tempo a perder com demoradas análises e sutilezas individuais; eles têm programas prontos para enviar para todos os que nasceram dentro de uma mesma margem razoável de erro: textos idênticos para pessoas parecidas, escritos de forma que não possam ser escandalosamente refutados... Numa linha você lerá que é extrovertido e exibicionista, às vezes; uma outra linha o descreverá como tímido e tendendo à reclusão (!?)
Existem ainda análises voltadas apenas à orientação vocacional ou aos aspectos emocionais de uma pessoa, ou ainda uma sinastria, a comparação entre dois mapas para averiguar compatibilidades num possível relacionamento pessoal ou para uma sociedade profissional, por exemplo.


Astrologia de verdade lhe dirá QUEM você é, O QUE pode fazer melhor, EM QUAIS ÁREAS e DE QUAL FORMA poderá ter sucesso. O QUE NÃO DEVE SER FEITO e qual tipo de comportamento DEVE SER EVITADO a fim de que você alcance sua melhor performance e mantenha suas fraquezas e dificuldades sob controle. Astrologia Vocacional identifica perfis de aptidão mais do que ramos de atividades (quem já não leu que “os nascidos sob o signo de Leão dão ótimos atores” e que “os librianos podem ser advogados ou diplomatas”? Quantos diplomatas você conhece? E quantos librianos?)
Os ramos de atividades que podem estar apontados nos mapas devem estar ligados às habilidades pessoais como liderança e comunicabilidade, por exemplo.
Ponha uma empresa – aquela que a família levou anos para tornar sólida no mercado – nas mãos do filho sensível ou “descolado”, de tendências artísticas e cujo mapa astral apresenta carência de signos cardinais (responsáveis pelas características de liderança de uma pessoa), e ele levará a empresa para o buraco. E nem será culpa dele, que simplesmente não nasceu pra isso. Mas ele poderia ser um esportista, ou pesquisador, um auditor quem sabe, ou até um cantor; se não um profissional de sucesso, pelo menos uma pessoa feliz – e que não leve os outros à falência! O fato é que a ausência de cardinais num mapa exclui qualquer possibilidade de uma pessoa se dar bem num cargo de administração, pois ela não nasceu para dizer aos outros o que devem fazer.
A propósito, Astrologia verdadeira lhe dirá que você será FELIZ se for quem você é da melhor maneira que o possa ser. Da mesma forma que um girassol é maravilhoso em si mesmo, mas jamais será uma rosa, que um cacto não se desenvolve num pântano, nem tampouco no deserto prospera a vitória -régia.
Qual o objetivo, então, da Astrologia Vocacional?
A Astrologia Vocacional pretende que, ao adentrar num local de trabalho, você seja recepcionado por alguém que lhe diga: : “Pois não, em que posso ajudá-lo?”, “A senhora gostaria de ver algum outro modelo?”, “Permita-me explicar as vantagens do nosso sistema...”, “Aonde dói?”...
Mas que diga isso com brilho nos olhos, um sorriso espontâneo no rosto e uma certeza interior de que não desejaria estar em nenhum outro lugar, fazendo nenhuma outra coisa.

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