domingo, 6 de setembro de 2015

A Que Mundo Você Pertence?

A QUE MUNDO VOCÊ PERTENCE?

da série:"Perguntas Essenciais do Espiritualista"



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A resposta a essa pergunta é fundamental, uma vez que ela estabelece o caminho para responder a duas outras essencias dentro desta nossa experiência humana.
O mundo não está dividido entre bons e maus, materialistas e espiritualistas, sensuais e castos, mães e amantes, irresponsáveis e homens de família, mas sim entre uma variedade muito grande de gradações entre esses valores que encontramos em múltiplas combinações dentro de indivíduos.
SE por um lado todos temos frações do TODO, que em última análise seria aquilo que chamamos de Deus. Tudo que há no mundo é para nós. TUDO é nossa Herança.
Mas ao olhar mais detidamente para as composições individuais que não apenas animam, mas também motivam o ser humano, é inegável a conclusão de que "NEM TUDO NOS CONVÉM".
Há pessoas a quem o sucesso profissional e sair-se bem dentro do competitivo mundo corporativo é essencial para a auto-estima. Outros encaram esse desafio mais por força das circunstâncias do que por gosto, e outros ainda, se forem forçados a atuar nesse meio, adoecerão.
Algumas mulheres se realizarão na maternidade mais do que em qualquer outro papel na vida; outras sempre se sentirão culpadas por apesar de serem mães e amarem seus filhos, desejarem as realizações pessoais que o mérito profissional concede. Há aquelas à quais a ideia de geração de um filho simplesmente não apetece, e que precisarão de uma grande dose de auto-conceito, auto-conhecimento e auto-valor para bancarem essa decisão numa sociedade que objetiva a mulher e seus predicados numa linha de montagem industrial na qual a maternidade tanto a valida como a desqualifica, a santifica e a macula numa escala de valores ora regidos pela falsa-moral, ora a serviço da linha de (re)produção social. A maioria das mulheres viverá uma infinidade de graduações disto tudo. Enquanto fêmea, enquanto cidadã.
Espiritualidade é assunto do mesmo barco: não há seres evoluídos e não evoluídos, espiritualizados ou puramente materialistas. Há pais-de-santo movidos unicamente pela vaidade; pastores sinceramente dedicados ao apostolado evangélico e cientistas visionários que vislumbram o mesmo Deus que o dervixe acessou enquanto girava, e rodava e rodopiava em êxtase divino.
Então, é essencial se perguntar:
QUAL A SUA GRADAÇÃO NA RODA DA VIDA?
O QUE TE PRENDE A SANSARA, A RODA DO DESTINO, DAS REENCARNAÇÕES? O QUE FAZ ESTAR AQUI NESSE MOMENTO APRENDENDO ALGUMA COISA QUE AINDA NÃO FOI INTEGRADA PELO SEU ESPÍRITO ETERNO?
Responder essa pergunta é fundamental.
Até mesmo para descobrir se você realmente deseja se libertar dessa roda. Acredite, alguns não querem....
Nossos reais desejos estão atrelados a nosso atual estágio consciencial, e descobri-lo é uma ferramente primordial de auto-conhecimento.
Uma dica: não busque resposta em testes ou na opinião dos gurus de plantão. Se eu fosse você nem mesmo buscaria entre aqueles que realmente poderiam lhe responder a verdade. Sabe por quê? De nada vai adiantar se você não estiver disposto a encarar a SUA própria VERDADE. O sábio poderá falar e você até concordar, mas então protelar.... Porque na verdade ao procurá-lo você só queria satisfazer uma necessidade intelectual, e não estava em busca de mudança.
De que lhe adianta ouvir que você é uma pessoa espiritualizada e que tem uma missão a cumprir, se no fundo o que você quer mesmo neste momento é sentar no barzinho no happy hour e falar a respeito disso com os amigos e se entreter indagando sobre a influência do sobrenatural na nossa vida.
Falar sobre espiritualidade não vai ter levar a lugar nenhum.
O trabalho de caridade real, sim.
NO fundo todos sabemos o que temos de saber e a que viemos.
Basta se ouvir. E então, em alguns momentos de dúvida, respostas e confirmações virão. Mas se você não estiver disposto a se mexer, nada disso irá adiantar, apenas se somará a mais um assunto para você conversar com os amigos que também gostam de espiritualidade como um dos assuntos bacanas pra se comentar, ali, na mesa do bar.
Sua galera 'alternativa' e espiritualizada e super do bem pode ser ótima, mas vale a pena se perguntar de vez de em quando, o que de útil realmente cada um está fazendo no momento.
A vida passa muito depressa, encarnações voam e oportunidades se perdem.
Não deixe a espiritualidade ser apenas um 'assunto de bar', se isso realmente importa pra você.
Ou assuma suas gradações, sejam quais forem. O quanto o corpo, o dinheiro, o status social, a carreira, a família, a mesma dinâmica com os amigos lhe são caros? Gostar da matéria não é pecado. Tudo é estágio, tudo oferece aprendizado.
Ao adentrar no caminho espiritual seja ele qual for, a partir de um certo ponto, tudo isso lhe será posto em cheque. Esteja apto para se sair bem nesse momento. Conheça seu jogo e conheça seu oponente, que são as REGRAS DO JOGO DA VIDA. Saiba até que preço está disposto a pagar.
Essa é a 1ª Grande Pergunta.
Nas próximas postagem a 2ª e 3ª da série 'PERGUNTAS ESSENCIAIS DE UM ESPIRITUALISTA".

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