terça-feira, 30 de maio de 2017

AS CARTAS DA INTRATERRA






            Este é o segundo livro que publico baseado nos ensinamentos passados a mim por seres Extra e Intraterrestres, ou ainda melhor dizendo, Ultraterrestres, pois são seres cientes de sua condição multidimensional. O primeiro tratava de minhas lembranças da nave interdimensional onde passei por vários experimentos, e o escrevi atendendo a uma solicitação ‘deles’ procurando reproduzir os gráficos referentes a cada nível da nave, entremeando os relatos com algumas lembranças pessoais relativas àqueles lugares.
            Tendo sido criada dentro de um lar kardecista, onde a mediunidade era algo comum e tendo estudado sobre diversas filosofias espiritualistas, sempre soube que teria a missão de algum dia escrever livros psicografados, o que veio a acontecer há cerca de 10 anos com a apresentação do espírito do boiadeiro Zé do Laço, que me levou para a Umbanda, onde muito aprendi e com a qual tive o compromisso de publicar sete obras, cada uma referente a uma linha de trabalho. Durante os anos em que tais livros foram ditados, principalmente por Pretos Velhos e Caboclos, sempre ficou patente em suas explicações que tanto suas origens quanto as minhas eram de outros sistemas solares.  Na minha vivência mediúnica os espíritos nunca tiveram ‘religião’, por isso minha visão nesse sentido sempre foi Universalista, no sentido de que podemos encontrar fragmentos de uma Verdade Maior em diversos credos, sem, no entanto eleger um como ‘o mais correto’.
            Tive ao longo da vida várias lembranças, tanto espontâneas quanto patrocinadas por mentores e por esses seres que reconhecia como minha “família real”. De aparência humana, porém muito altos e de pele sem mácula, seu mundo era calcado em tecnologia desconhecida da Terra, mas extremamente familiar para mim quando com eles estava. Lembrava-me de com eles planejar esta minha “encarnação”, e muita cenas do período anterior a esta vida, no qual eu não estava, como a maioria imagina, ‘morta’, ou ‘desencarnada’ como ensina o espiritismo no Brasil. Entre eles minha vida era material e eu tinha inclusive filhos. Pessoas nessas condições que enveredam por uma encarnação no mundo mais denso da 3ª Dimensão, como é a Superfície da Terra, são chamados de “imersos”. Em tese, essas pessoas ao desencarnarem aqui não vão para colônias espirituais, mas retornam ao seu mundo de origem; no meu caso uma cidade Intraterrena chamada Telos ou outra similar onde estiverem baseados meus descendentes por ocasião do meu retorno.
            Essas lembranças foram difíceis de concatenar com base nas crenças em que baseava minha visão de mundo, mas por fim, após um processo denominado por eles como “Despertamento” que foi fortemente impulsionado dentro de práticas Xamânicas solicitadas pelos meus próprios mentores espirituais, vim não só a me lembrar de tudo, mas por fim a compreender o quadro geral das lembranças e acessos de décadas e a conseguir voltar a vê-los, interagir, aprender e transmitir as mensagens que eles desejavam escrever através de meu intermédio.
            Este e outros livros que estão no prelo tratam exclusivamente destes conhecimentos passados por eles; não são psicografias, são transmitidos por um processo telepático que pode ou não vir acompanhado por palavras, ‘blocos de download’ e desdobramentos da consciência para compreensão de um determinado tema, ou como eles dizem: “para que eu me lembre”.
            A primeira coisa que me passaram é o fato de que a vida existe em muitos níveis inimaginados por nós na superfície do globo, e que nossa ciência é precária para compreendê-los. Eu atesto aqui que não aceitava de forma alguma a teoria sobre a possibilidade da existência de um mundo dentro da Terra, Intraterra ou Terra Oca, até que isto me foi explicado como uma realidade paralela, e que esse mundo que fala da conhecida Rede de Agharta, da mítica Shamballah, é paralelo e não subterrâneo exatamente, ainda que existam acessos a essas dimensões através de cavernas, túneis, e pontos especiais de conexão na Natureza, mas cavar não vai levar ninguém a ter acesso à Intraterra.
            A segunda coisa que me passaram é a informação de que a alardeada ‘quarentena’ à qual a Terra estaria sujeita, com relação ao seu impedimento de ter contato com Seres Estelares não se aplica à Intraterra, pois eles sendo a civilização que evoluiu a contento, e atuam como paramédicos e cientistas que tentam nos auxiliar mesmo à distância a curar nossas mazelas pessoais e sociais para que possamos a eles novamente nos unir, já que somos essencialmente a mesma família, têm livre acesso para fora do globo através de naves e portais, assim como diversas bases de diversas linhagens extraterrestres se fazem presentes na Intraterra, respeitando as regras e a diplomacia imposta pela Confederação Galáctica.
            A terceira informação relevante é que a maioria das chamadas “abduções” ocorre em parceria entre seres extra e intraterrestres, e sua atuação é bastante confundida com a atuação de ‘seres espirituais’, ‘mentores’ e suas bases são facilmente tomadas por colônias e cidades espirituais, porém eles não são seres religiosos, ainda que diversos conceitos pertinentes ao que denominamos como “Espiritualidade” faça parte de sua ciência e seja objeto de seu trabalho, sobretudo com relação às abduções.
            Não cometerei a imprudência aqui de afirmar que todas as abduções são feitas por esses seres e com esses propósitos, pois cada caso é um caso, mas tudo o que tentarei explicar e retransmitir nas próximas páginas refere-se a esse contexto – o contexto no qual a minha experiência está inserida – e deve ser compreendido dentro dessa temática: a de que uma civilização que é um ramo de nossos ancestrais e que acelerou sua vibração até alcançarem um plano de vida que se situa em uma frequência vibracional cima da nossa busca nos auxiliar a fazer o mesmo, tendo em vista nosso próprio bem estar assim como a emergência de tempos convulsos que enfrentaremos, denominados por eles de Transição Planetária, um fenômeno que também abarca seu mundo, sua faixa vibracional de existência. Esses seres chamam comumente de Sementes Estelares tanto a extraterrestres como intraterrenos originais que imergem para uma encarnação aqui na Superfície da Terra a fim de realizar algo, de cunho pessoal e/ou coletivo.
            A maioria das abduções conduzidas por seres denominados por muitos como ‘nórdicos’, ‘louros altos’ e ‘humanos altamente espiritualizados’ tem origem nesse intercâmbio entre seres Extraterrestres sediados há muito na Intraterra, que se utilizam da Rede de Agharta para fazer transitar suas naves pelos portais interdimensionais, respondem à Confederação e são muitas vezes acompanhados por Grays e seres de outras linhagens que os auxiliam e fazem seus próprios estudos.
            O Despertamento neste livro será sempre referido como o processo que se dá quando o imerso se lembra de sua realidade pré-encarnatória e assim pode retomar parte de sua vida multidimensionalmente, vivendo por assim dizer, como um cidadão de dois mundos, pois detém dupla – e por vezes até tripla – cidadania. Estando o Despertamento bem concluído ele compreenderá melhor a si mesmo e suas razões para estar presente neste Tempo-Espaço, acessar melhor talentos há muito conquistados e que podem auxiliá-lo a cumprir aqui seus propósitos, poderá ouvir as instruções referentes ao seu trabalho aqui, estar em contato telepático ou visual com sua “família real” e principalmente, fazer a alquimia de seu próprio ser, uma oportunidade rara que estes tempos concedem a todos aqui encarnados, de resolverem questões emocionais e energéticas que carregam há milênios, pois a Transição é um tempo de Grande Cura.
            Conforme explicado no livro “Dentro de Uma Nave Interdimensional” a maioria dos meus contatos se dá através de um ser de origem Extraterrestre sediado na Intraterra, originalmente na cidade de Telos, que fica situada abaixo do Monte Shasta na Califórnia, local de onde eu também vim. Havíamos anteriormente encarnado na Califórnia no século XIX, uma lembrança que eu tinha desde a adolescência, de chamar-me Elizabeth e ter sido casada com um fazendeiro de nome George. Ao longo de décadas “George” foi visto por uma série de videntes, inclusive por minha mãe, o que me levou a imaginar que ele fosse algum tipo de espírito-guia, no entanto afirmavam que ele não era um espírito, pois estava “vivo”. Diziam que eu o encontraria em algum momento e que trabalharíamos juntos.
            Devido minha sensibilidade mediúnica, nunca fui favorável ao uso de qualquer substância que pudesse me causar qualquer tipo de desequilíbrio, portanto foi somente por extrema insistência do mentor maior que comanda todos os meus trabalhos espirituais, o Chefe Águia Dourada, que se mostra como um índio de aparência norte-americana, que fui tomar a Ayahuasca em uma igreja do Santo Daime. Durante esta experiência, que não pode ser explicada com palavras e somente quem comunga com uma erva de poder é capaz de compreendê-la apropriadamente, o Chefe Águia Dourada trouxe George para conversar comigo, pois eu sentia que tinha pendências a resolver com ele, por conta das lembranças que havia acessado.
            É dito nas cerimônias com a Ayahuasca que continuamos a receber insights durante três dias após o ritual, porém o meu nível de acesso a lembranças de vidas ocorridas em outros tempos e espaços centuplicou em quantidade e riqueza de detalhes, e durante quinze noites consecutivas George esteve comigo conversando sobre diversos assuntos, que iam desde os de ordem pessoal, questões que eu julgava ‘kármicas’, até explicações sobre cristais, chakras, frequências dimensionais, etc, e inclusive sobre a Intraterra. Na medida em que eu me habituava a conversar com ele, comecei a notar que seu rosto por vezes me parecia outro, cheguei a ver umas quatro versões de seu rosto, no entanto todas me eram familiares, e pouco a pouco fui me lembrando de outras intercorrências com ele, em outros mundos, sobretudo em Sirius e Órion.
            Após três meses, acordei com vários seres ao meu redor na cama, eu os ouvia conversando, então ouvi George me chamar de Stella. Nesse momento eu me lembrei de tudo. O quebra cabeças fez sentido e todas as cenas de vidas passadas neste e outros mundos se encaixaram numa espiral até chegar à minha vida antes desta em que nasci como uma brasileira em outubro de 1973.
            Antes de meu nascimento eu estava viva em outro lugar, uma cidade da Intraterra, onde trabalhava e vivia com George, que se chama na verdade Jurgen em sua vida atual, então eu precisei vir para este mundo denso de terceira dimensão; estabeleci um projeto encarnatório – imersão – contando com a ajuda dele na parte técnica do meu Despertamento. Eu chamava-me Joreen e Stella era uma espécie de apelido pelo qual todos me chamavam, originalmente dado por George; denominei o Projeto de Stella por conta disso, porque quando estivesse pronta para me lembrar, esse nome viria à tona, quando eu realmente me lembrasse de quem eu era.
            Na maior parte das vezes Jurgen prefere ser chamado George, porque além de ter sido seu nome em sua última encarnação aqui neste plano, segundo ele convém um nome cuja etimologia do grego significa fazendeiro, já que sua função é preparar e cuidar das ‘sementes’, os imersos, para que despertem a contento.
            Nas cartas por vezes ele assina Jurgen, e quando me pede que relate meu ponto de vista, deixa claro que devo assinar como Stella ou como Joreen, pois é a partir do ponto de vista da cientista que eu era, e não da professora e tradutora que sou que essas percepções são analisadas. Ao longo de dois anos a minha consciência de 3-D passou por um upgrade, por assim dizer, assumindo parcelas da consciência de 4-D e 5-D, para que esse trabalho pudesse ocorrer. Gosto da alegoria das bonecas russas, as babushkas, ou matrioscas, para exemplificar essa situação, em que um mesmo ser se manifesta em versões multidimensionais, sendo que as maiores – as que contêm maior quociente vibracional – contém uma maior consciência de si mesmas e são mais aptas a utilizar e canalizar seus talentos.
            Um interessante paradigma para este momento da humanidade, a meu ver, assim como todas essas doze cartas também apresentam; uma oportunidade de rever conceitos e experimentar imaginar a vida sob uma outra ótica.
            Como mensageira, ouso desejar uma boa viagem, repleta de quebras de conceitos e mudanças de paradigmas.


Jennifer / Joreen / Stella


Trecho de Apresentação do livro CARTAS DA INTRATERRA ₢ Jennifer Dhursaille
TODOS OS DIREITOS RESERVADOS 

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Contate a autora por Messenger no Facebook ou pelo e-mail jennifer.dhursaille@yahoo.com.br

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Lançamento do Livro Cartas da Intraterra



Conheça os capítulos do livro:


"CARTAS DA INTRATERRA"

ÍNDICE
APRESENTAÇÃO
CARTA INICIAL

CARTA UM – VOCÊS NÃO FORAM ESQUECIDOS

SONHO Nº 1 A - ALFABETOS – UMA AULA PRESENCIAL NA INTRATERRA

LOCALIZAÇÃO DA INTRATERRA

CARTA DOIS – DAS SIMILARIDADES E ALTERNÂNCIAS

CARTA TRÊS – SOBRE A VIDA COTIDIANA E ESTRUTURA SOCIAL EM TELOS

CARTA QUATRO – ASPECTOS DA VIDA NA INTRATERRA

CARTA CINCO – SOBRE AS EMBOCADURAS, PASSAGENS DIMENSIONAIS E EMPARELHAMENTO VIBRATÓRIO

CARTA SEIS – A RELIGIÃO NA INTRATERRA

CARTA PESSOAL

CARTA SETE – A SOMATIZAÇÃO DA MATRIZ
1.a Matriz – Conceito
1.b Matriz – Consequências
1.c A Matriz no Mecanismo Reencarnatório
1.d Matriz e Karma (Sic)
1.e Matriz, Evolução e Reintegração à Fonte

CARTA OITO – EFEITOS SOMÁTICOS DA MATRIZ

GRÁFICOS E EXPLANAÇÕES ALEATÓRIAS

CARTA NOVE – SOBRE A QUARENTENA DESTE PLANETA E OUTRAS INTERPRETAÇÕES EQUIVOCADAS

FORÇAS ESTELARES E CONEXÕES XAMÂNICAS

CARTA DEZ – TRANSPORTES I
[Contém explicações sobre as diferenças de densidade dos Corpos de Luz]

TRANSPORTES II
[Contém explicações técnicas sobre o processo de imersão]

CARTA ONZE – ANIMAIS NA INTRATERRA

SOBRE REIKI

MAPA TEMPORAL DA EMIGRAÇÃO SIRIANA

ESTÁGIOS DO ESTABELECIMENTO DE CONTATO

A TRANSIÇÃO SOB O PONTO DE VISTA DA INTRATERRA

CARTA DOZE – O CONCEITO DE LAZER NA INTRATERRA E NAS COMUNIDADES INTERPLANETÁRIAS
[Contém explicações sobre o conceito de “orixás” na visão extraterrestre]

ANEXOS

CONTATADOS – ENTRE O DESLUMBRE AO MEDO
A RESPEITO DO CONCEITO DE DESPERTAMENTO
A DIFÍCIL ARTE DE SER UM CONTATADO
SOBRE AS CONTRAPARTES

Como adquirir o Livro:

O livro (e-book) estará à venda no site da Amazon em formato Kindle a partir de 03 de Junho, e diretamente com a autora em formato pdf (recomendado para melhor resolução das imagens) a partir de 30 de maio para compras com Paypal ou depósito em conta bancária (informações no messenger do Facebook ou pelo e-mail jennifer.dhursaille@yahoo.com.br).
O valor do livro é de R$24,99.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

VENUS' CREED


Nós, filhos de Vênus, sabemos priorizar aquilo que realmente importa,
que alimenta a alma, eleva o espírito e faz tudo o mais valer a pena

Só nós, filhos da Deusa do Amor, sabemos realmente do que somos guardiões

Nós fazemos santuário da Alegria Suprema que há de regenerar cada coração partido, cada alma atribulada, cada sonho despedaçado


Nós, os filhos do amor, mantemos silêncio sobre as nossas sagradas funções


Porque compreendemos, que os outros não sabem... não sabem...
Pobres seres em busca de ilusões...
Eles apenas não sabem...


Mas quando estiverem prontos, nós estaremos aqui, 

com nossa ânfora sagrada na mão, plenos por despejar sobre eles a bênção que tanto procuram

Nós fomos agraciados com a ciência de conhecer primeiro o ponto de chegada que todos descobrirão depois


Por isso somos o riso, o som do êxtase e o brilho do prazer


Somos os Filhos de Vênus e mantemos acesa a chama do Amor de Deus