quinta-feira, 20 de julho de 2017

Carta Onze - Animais na Intraterra



Carta Onze
 Animais na Intraterra

[Trecho do livro CARTAS DA INTRATERRA, 
Copyright Jennifer Dhursaille 2017 Todos os Direitos Reservados.  
Permitida a reprodução integral com citação da autoria e link relacionados ao final desta postagem. Primeira publicação deste texto de forma individual em 20/julho/2017
Fonte: Blog da autora]

26/03/17

            Saudações aos Irmãos da Superfície!

            Somos um Povo, uma Terra e um só coração buscando a libertação de nossos temores a fim da Integração que há de nos conduzir ao próximo estágio da nossa Evolução.

            Neste caminho que se abre diante de nós e, em verdade no caminho que seguimos até chegar aqui, só o fizemos e só o faremos com o auxílio de outros poderes, das forças que sustêm os caminhos da Criação. Para que a vida humana não pereça, os reinos mineral e vegetal necessitam pavimentar a sua manifestação, e ainda um passo à frente deles o Reino Animal se destaca nos serviços prestados à manutenção da existência humana.

            Nesse campo a atuação dos Devas e das Matrizes Gerenciadoras das Espécies que têm povoado o globo terrestre é muito maior do que é atualmente compreendido por vocês.

            Para adentrar nesse contexto é preciso referendar o conceito da Biblioteca Viva, conforme já foi transmitido a vocês em outras obras canalizadas, sobretudo com o aval dos Pleiadianos*, para que tal conhecimento fosse tomado também por vocês, mesmo enquanto seres que ainda transicionam entre a 3ª e a 4ª Dimensão. Foi julgado por eles que a ciência sobre o funcionamento e a importância desta “biblioteca”, que é extremamente estimada mesmo por seres que habitam outros orbes, lhes ajudaria a elevar sua frequência vibratória, ao aumentar o seu apreço pelo precioso mundo material que os cerca.

            Resumindo o conceito em um parágrafo, seu planeta foi depositário há milhões de anos de códigos genéticos raros, alguns plenamente manifestos e outros escondidos em fitas e desdobramentos no DNA de todas as espécies ‘vivas’, senscientes ou paracientes, como os minerais, que não estão ‘vivos’ como vocês compreendem, porém possuem sua ciência e são capazes de perceber e atuar sobre o meio ou sobre outras formas de vida. Em outras palavras, cristais e minerais em geral são capazes de percepção, e através de uma leitura interpretativa, podem ser programados a recodificar as energias por eles identificadas. De fato, os cristais são os primeiros ‘robôs’ ou princípios de inteligência de origem orgânica que podem ser reprogramáveis a fim de corrigir um sistema, por isso este é o primeiro reino a se estabelecer na maioria dos planetas que estão destinados a receber a vida ou a servir em um papel secundário à manutenção desta vida, como satélites ou estrelas-irmãs ou quaisquer corpos celestes cujas órbitas se retroalimentarão. Em um nível mais complexo situa-se o reino vegetal, ao qual caberá as funções de nutrição e cura das formas de vida que ali se desenvolverão. Em cada elemento cuidadosamente posto aqui de forma a não desestabilizar todo um ecossistema, seres de planetas muito distantes esconderam algo de muito valioso para si. Toda a natureza é um imenso “back up” de outras galáxias – inclusive a vida humana, construída a partir da contribuição de diferentes linhagens extraterrestres, é preciosa, pois representa uma “salvaguarda” de proporções gigantescas, cada ser vivo contendo a cópia de uma parte de um banco de dados que não pode ser encerrado em ‘livros’, ‘discos’ ou de qualquer outra forma mais eficiente. A cada era, abduções ocorrem unicamente para atualizar esse sistema, e assim vocês também evoluem.

            Dentro dessa atualização de dados, nenhuma se faz mais importante para vocês do que as que se referem à vida animal. Pois não apenas eles contêm seus próprios códigos de reprodução de formas de vida primárias, secundárias e terciárias dentro de si, como encerram – além dos protótipos primordiais de sua espécie – partes essenciais do sistema fundamental para o equilíbrio e regeneração da vida humana.

            Um tigre não é apenas um tigre – ele contém as matrizes de uma antiga espécie felina que originou diversas outras em muitos orbes em galáxias distantes. Ele é uma variante dessa genética muito antiga adaptada às condições de tempo e espaço da sua realidade presente. Se essa espécie se perder em um planeta distante, há uma chance para se desenvolver uma linhagem secundária e similar a partir dos códigos genéticos escondidos dentro do belo felino que ora dorme nas tundras da Sibéria.

            Tal já bastaria para que ele fosse entesourado por todos nós, porém ainda há mais. Não somente o tigre serve como reservatório de dados da espécie felina. Ele também guarda em sua energia, em sua contraparte astral códigos de poder, restabelecimento e cura da Alma Humana. Isso é, há muito, do conhecimento dos antigos xamãs da Terra, e inclusive originou práticas deturpadas de medicina tradicional, que buscavam extrair esse poder, esses códigos de cura, através da ingestão ou do uso supersticioso de partes do corpo desse animal. Da mesma forma que arrancar a picaretadas um pedaço de um computador a fim de carregar consigo uma parte de suas memórias ou de sua capacidade não apenas é inútil como demonstra uma ignorância bárbara sobre o que é e como funciona uma máquina projetada para executar e responder comandos, as dádivas que os animais têm a oferecer não podem lhes ser tiradas à força nem obtidas a partir da corrupção de sua natureza original.

            Um tigre contém uma poderosa medicina dentro da energia conhecida por vocês como YANG, ela pode acessar a força masculina de forma bastante elegante e centrada, sem incorrer nos gastos de energia desnecessários que são bastante comuns nos elementos do sexo masculino. O tigre ajuda a direcionar esta energia, auxilia o homem a entender o seu próprio poder e propósito; sua energia pode trazer prosperidade, fertilidade e vitória em decorrência do acesso, da harmonização, entronização e sustentação desse canal energético dentro de si.

            Este é o princípio de uma prática comum pelo universo afora que vocês chamam de Xamanismo; para os seres de Consciência estelar ela se baseia no acesso de energias bases ancestrais e universais, presentes em vários lugares e repassada com variações em diferentes galáxias. Ela representa o princípio daquilo que compreendemos como nosso Sistema de Cura: re-conexão, re-estabelecimento, re-generação, re-codificação, re-vitalização dos sistemas energéticos que se manifestam em cada ser de forma única.

            Ao estabelecer uma sintonia com o tigre, as informações contidas no código genético do animal influenciarão o ser humano que está em defasagem energética. O mesmo ocorre com toda e qualquer vida neste planeta. Cada pequeno animal é detentor de um pequeno milagre, uma grande cura e graça sem igual.

            O estabelecimento dessa sintonia capaz de permitir a transferência de códigos que causará a cura dá-se por diferentes métodos, de acordo com o local, o tempo e a capacidade de cognição do(s) ser(es) que recebe(m) ou capta(m) da Teia Planetária, dos registros akáshicos, a informação e a forma de conseguir essa conexão, mas ela deve ser sempre embasada em Amor e Respeito pela essência daquele animal que contém a dádiva que se pretende acessar.

            Muitas espécies têm se extinguido da Superfície, e como várias consequências do que pode ser entendido como um ato de vandalismo dos próprios seres humanos para com uma “Biblioteca” de alcance interestelar, muitas naves distantes já estiveram aqui recuperando seus códigos para levá-los para algum outro lugar onde possam ser mantidos em segurança. Alguns animais se refugiaram na Intraterra, porém muitos já se perderam para sempre e não serão restabelecidos aqui. Os humanos que necessitarem deles como medida terapêutica terão de esperar talvez milênios até encontrarem uma outra forma ou terem outra chance para se reconfigurar sem a dádiva que esses animais extintos poderiam ofertar.

            Quando um animal entra em extinção por causas naturais, como o foram os dinossauros, por exemplo, significa que seus códigos e sua ‘medicina’ não será mais necessária, porém uma forma de back up natural permanece em todos os seres que chegaram a uma conclusão no processo de apropriação da energia que aquele animal provia. Quando a extinção não se dá por causas naturais, esse processo não ocorre e a espécie hominídea vigente fica desprovida de meios de alcançar essa vibração novamente para a sua reestruturação energética.


            Na Intraterra essa compreensão limita de certa forma nossa interação com as formas de vida animal. Por todos os fatores acima descritos compreendemos que quanto menos influenciarmos seus habitats e sua forma de vida e de expressão, melhor contribuiremos para a manutenção de seu bem estar e consequentemente do nosso, enquanto espécies co-dependentes que dividem o globo.

            Isso não impede que alguns animais se aproximem de nós e de nossas cidades voluntariamente. Sempre existiram espécies vivendo no centro da Terra e na faixa temporal da 4-D na qual nossa atual existência se encaixa, e nós, que viemos depois, procuramos nos adaptar sem importuná-los. Alguns desses animais são imensos para os padrões da Superfície e permanecem fora dos limites de nossas cidades; outros sempre buscaram nossa companhia e alguns até mesmo gostam de dividir sua existência conosco e desenvolvem atividades que lhes auxiliam a obter auto maestria dentro de sua espécie. Essas mônadas existem em diferentes sistemas estelares, de animais cujo estado de consciência se aproxima do hominal e por isso procuram estabelecer conosco parceria. Os seres que coordenam o desenvolvimento de sua espécie podem se comunicar conosco, e embora vocês pudessem compreender essa parceria como uma forma de ‘trabalho’ conjunto, esses animais são, dentro de um determinado patamar, de uma escala de comprometimento, livres para ir caso não desejarem mais desempenhar suas funções junto a nós. De nenhum a maneira é um animal confinado escravizado ou submetido à tortura dentro da Intraterra; alguns são acondicionados, porém, quando de alta agressividade e ocorre algum tipo de confronto entre espécies fora dos limites das cidades nos quais precisamos intervir.

            Na Intraterra não existem ‘animais de estimação’ à semelhança do que ocorre na Superfície, pois entendemos que toda a criação deva ser estimada e todas as formas de vida respeitadas, assim como não nos parece ético privar um animal de seu estilo de vida original para mantê-lo à semelhança de um bibelô dentro de nossos lares, por vezes, porém, pode ocorrer de um animal se aproximar de um indivíduo ou de uma família, ou ainda de um aglomerado de intraterrenos, humanos ou não, e procurar integrar-se à rotina deles; aparentemente se afeiçoam a um indivíduo ou ao grupo. De fato isto tem ocorrido mais frequentemente à medida que os prazos da Transição se fecham e creditamos isso ao êxodo de várias espécies animais da Superfície para a Intraterra. Muitos animais, sozinhos ou em família, têm encontrado as embocaduras para a Intraterra. Acreditávamos que eles as reconheciam antes, mas sentiam receio em ultrapassar as frequências de barreira vibracionais, porém aparentemente eles têm preferido enfrentar o desconhecido a permanecer em seus antigos habitats. É provável que tenham sido expulsos ou sentiram-se sob forte ameaça. Eles têm sido bem-vindos aqui, porém como nosso próprio mundo também passa por uma Transição, não sabemos se poderemos oferecer as condições de que eles necessitam enquanto espécie para prosperar no futuro que ainda desconhecemos em sua plenitude. Temos procurado oferecer a eles simulacros das condições naturais em que viviam na Superfície a fim de interferir o menos possível em sua estrutura psicorgânica. Raros são, porém existem, animais que dividem um lar junto aos intraterrenos.

            Observamos atentamente, contudo, e mantemos constante vigilância a determinados agrupamentos animais tanto da Superfície quanto na Intraterra, que beiram a extinção e possuem condições de reorganização vibratória para serem transferidos para a Intraterra quando e se tal necessidade se fizer presente.

            É importante frisar que não podemos e não estamos ‘salvando’ todos os animais da Superfície que estão sendo extintos e com quem vocês dividem a valiosa experiência da vida. De fato vocês poderiam fazer muito mais por eles do que nós. Assim como vocês não podem ser trazidos ‘à força’ para cá sob risco de desestruturação energética, assim também eles não podem, então somente alguns poucos, que por algum motivo estão modificando seus próprios códigos de frequência espontaneamente – ou os tendo modificados por seres superiores à nossa própria compreensão, os Guardiões das próximas dimensões, os seres que regulam os acessos vibratórios às frequências imediatas que devemos atingir durante a Transição Planetária, que raramente se manifestam diante de nossa própria visão dentro da 4ª e 5ª Dimensão.

            Para encerrar esta comunicação, peço que considerem por alguns momentos, se possível todas as noites, três categorias de seres que dividem a existência com vocês e com os quais a sua sintonia amorosa é capaz de criar um poderoso vórtice de geração energética com potencial de alavancar enormemente, em proporções realmente inimagináveis, a expansão de consciência desejada para que os portais das próximas dimensões, dos próximos níveis de existência onde será possível a transmigração da vida, se abram suave e definitivamente diante de vocês, ocasionando a nossa reunião em uma doce e grata surpresa, desviando-os de um caminho que ao ser trilhado só trará dor e lamento.

            Pensem nos oceanos que banham a Terra e nos seres gigantes que ecoam sons ancestrais. Nadando entre abismos submarinos, fendas intraoceânicas e capazes de aguentar sobre seus corpos um nível de pressão impensável para todos nós, eles são os verdadeiros e primordiais guardiões da vida neste planeta. Nossos avós, o Povo Cetáceo, está partindo. Agora neste exato momento eles estão retornando à sua e à nossa – particularmente minha Terra Natal – às paragens sirianas. Ouçam em seu coração, como uma meditação noturna, azul e profundamente tranquilizadora, antes de dormir, os sons de seus corações ecoando dentro do nosso, ressoando antigas canções de impacto milenar ancestral que reconfigura o nosso DNA em padrões de força e fé na sobrevivência da vida, do amor, da herança divina. Eles partem, mas deixam conosco a profundidade de sua fé no seu amor ancestral.

            Pensem nos animais que dividem a sua rotina agora, os pequenos companheiros de existência que os têm amado mais do que alguns de sua própria espécie; eles foram alterados geneticamente, alguns para servi-los na lida diária e outros para entretê-los e lhes fazer companhia. Mas eles os amaram e embora nada saibam sobre os tempos que se avizinham, eles desejam apenas e tão somente a sua companhia. Tão pequenos e dependentes que são, frágeis da boa fé humana, eles sabem a única coisa que realmente lhes importará e a nós todos durante os momentos finais da Grande Transição: Tudo o que eles querem é o que mais quereremos: a chance de permanecer junto àqueles que amamos.

            E por último peço que remetam seus pensamentos em direção a uma classe de seres que geração após geração tem nascido em seu mundo apenas para servir e conhecer a dor e o sofrimento, tanto físico como moral, pois que animais sentem angústia pela separação dos seus, medo pelas energias que sentem no ar, eles temem pela sua vida e sabem que o fim dos seus também se aproxima; eles têm nascido em dor, de mães que só conhecem a dor, para uma breve vida de dor de onde partirão em mais dor. Suas vidas foram mecanizadas e eles são considerados objetos. Eles fazem parte do mais baixo nível de sustentação do seu sistema, espelhando a mesma mecanização, objetificação e cruel tortura de que vocês mesmos são vítimas. Considerar o que ocorre com a vida desses animais algo ‘normal e aceitável’ faz parte do condicionamento hipnótico que domina vocês e governa suas instituições de modo que vocês também achem normal o que se passa com vocês. O micro reflete o macro e a alma desses animais está escravizada a esse ciclo de tortura enquanto a de vocês aí também permanecer imóvel, incapaz de se rebelar e ousar questionar e decidir não fazer mais parte do jogo de sadismo que impera entre vocês. Esses animais, dentre todos, são os que possuem as almas mais dóceis e amoráveis, e eles estão presos dentro desse ciclo por um complexo mecanismo de ressonância à sua própria escravidão humana. Eles só podem se libertar após o homem conseguir se libertar dos grilhões que aprisionam seu livre-arbítrio e sua força de vontade.

            Enviem sentimentos de Amor, Gratidão e Perdão a todos esses seres.

            Quando fazemos isso uma poderosa ponte energética se cria tornando possível a comunicação entre espécies, e sobre essa ponte uma carga de informações muito valiosa e misteriosa atinge as cordas de que são feitas as fibras do coração do homem e lhe transmitem conhecimentos que a mente não pode cessar de outra maneira.

            No centro do peito está o chakra da integração, o local onde o verdadeiro conhecimento pode ser acessado. Neste ponto, ligado a outro chakra, o umeral, nascem simbolicamente as asas do homem, e é neste momento de sua jornada que ele, por assim dizer, se torna anjo, e é capaz de voar pois agora compreende a ligação entre si mesmo e todas as formas da criação no além-tempo do Eterno Agora, onde passado, presente e futuro se fundem.

            Os anjos não podem ser aprisionados a falsos sistemas, pois são criaturas que através do amor conhecem a si mesmas assim como a seus irmãos, e sabem que todos contribuem para a magnificência da criação.


George AdrilLen


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* Vide as obras de Barbara Marciniak

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